Não me digas o que já sei...
surpreende-me!!
Cris Anvago
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
domingo, 6 de outubro de 2019
Vamos ver o sol
Sentir como queima
Como o meu toque
Na tua veia
Sentir como queima
Como o meu toque
Na tua veia
Arrepio de calor
que se expande
Beijos de cor
Pupilas dilatadas
Desejo que cresce
Na manhã floresce
Ampliam segundos
Expandem-se gemidos
Desabrocha na pele
Paixão cresce
que se expande
Beijos de cor
Pupilas dilatadas
Desejo que cresce
Na manhã floresce
Ampliam segundos
Expandem-se gemidos
Desabrocha na pele
Paixão cresce
Um beijo meu amor, que na manhã floresce a pele no sol que em nós acontece!
Cris Anvago
Cris Anvago
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Abstractos os pensamentos perdidos
num labirinto de neurónios coloridos
que repousam serenamente numa tela
à espera de alguém que os decifre…
Cris Anvago
num labirinto de neurónios coloridos
que repousam serenamente numa tela
à espera de alguém que os decifre…
Cris Anvago
domingo, 15 de setembro de 2019
Na pele macia renasce o toque
perdido no entardecer do gesto.
Impressões digitais que se soltam
misturam-se no silêncio abafado.
perdido no entardecer do gesto.
Impressões digitais que se soltam
misturam-se no silêncio abafado.
Um murmúrio isolado quer ser grito!
Tímido o beijo demorado
Nas minhas mãos as palavras
Nos meus lábios o silêncio de um rio
Profundas as sílabas através dos gestos.
Nas minhas mãos as palavras
Nos meus lábios o silêncio de um rio
Profundas as sílabas através dos gestos.
Gestos que são reflexos de ti.
Na pele que se pensava perdida, isolada,
afinal era um rio que arrepiava
nas veias partilhadas por nós…
Cris Anvago
afinal era um rio que arrepiava
nas veias partilhadas por nós…
Cris Anvago

Uma lágrima na partida
um sorriso à chegada
Um abraço vazio
que quer sentir tudo,
mas não sente nada.
Um sol que não aquece
Uma memória que se esquece
Um frio, um murmúrio
numa boca fechada.
E, de tanto querer
uma alegre madrugada
A vida é ter
um pouco de tudo
e muito de nada!
Cris Anvago
um sorriso à chegada
Um abraço vazio
que quer sentir tudo,
mas não sente nada.
Um sol que não aquece
Uma memória que se esquece
Um frio, um murmúrio
numa boca fechada.
E, de tanto querer
uma alegre madrugada
A vida é ter
um pouco de tudo
e muito de nada!
Cris Anvago
domingo, 21 de outubro de 2018
Falas, como se a lua fosse quadrada
Acreditas que não tem fim, a estrada
onde passas todos os dias,
onde escondes lágrimas e melancolias.
Acreditas que não tem fim, a estrada
onde passas todos os dias,
onde escondes lágrimas e melancolias.
E, na noite, quando as estrelas brilham
Pensas como foi o teu dia,
meditas e acreditas que tudo irá melhorar!
Passas os dias
A pensar nos dias que virão,
se a noite será iluminada
ou serás engolida pela escuridão.
De repente, olhas o rio,
desvanece-se o vazio,
as nuvens mostram a lua e as estrelas
e, como é bom admirá-las, vê-las…
As palavras fluem no pensamento,
dissipa-se o tormento.
Nasce o sol, desaparece o lamento
e floresce o sorriso.
Pensas como foi o teu dia,
meditas e acreditas que tudo irá melhorar!
Passas os dias
A pensar nos dias que virão,
se a noite será iluminada
ou serás engolida pela escuridão.
De repente, olhas o rio,
desvanece-se o vazio,
as nuvens mostram a lua e as estrelas
e, como é bom admirá-las, vê-las…
As palavras fluem no pensamento,
dissipa-se o tormento.
Nasce o sol, desaparece o lamento
e floresce o sorriso.
Tens tudo para viver!
Carinho, amor,
tudo o que é preciso
para florescer de novo
E, renascer!
Cris Anvago
Carinho, amor,
tudo o que é preciso
para florescer de novo
E, renascer!
Cris Anvago
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Uma parte de mim é racional, pés assentes na terra, pensamentos lógicos, medir consequências, prós e contras de cada movimento, de cada palavra em todos os segundos!
Detesto a racionalidade que a sociedade me impõe!
Sinto-me prisioneira, num colete de forças que prende a minha cabeça, que mede as minhas palavras, que aprisiona o meu raciocínio.
Gosto de flutuar no sonho, de navegar no sorriso, não pensar no tempo e ignorar o espaço.
E, a liberdade, a minha liberdade, começa nesse momento, nos segundos que não são medidos, nos carinhos que não são pensados mas sentidos, nos beijos que são saboreados e não programados.
Não sou uma máquina! Não gosto de programar os sonhos, os abraços e os carinhos!
Detesto a sensatez que tenho que ter em todas as palavras que tenho que dizer, porque, as palavras, como os pensamentos, devem fluir e não ficarem aprisionadas, censuradas por leis que pouco conheço, não concordo mas, o meu cérebro grita-me que tenho que seguir!
Não gosto de sentir os movimentos apertados, nem aceito que as minhas palavras estejam vestidas com blusas de licra que sufocam o bater do meu coração!
Gosto do sonho e da palavra que sai diretamente do coração, sem passar pelo filtro do meu cérebro!
Quando estou em silêncio, estou numa amena conversa comigo, vejo-me, revejo-me e penso-me.
Detesto ser racional por imposição!
Adoro sonhar, florescer na madrugada dos meus sonhos!
Cris Anvago
Detesto a racionalidade que a sociedade me impõe!
Sinto-me prisioneira, num colete de forças que prende a minha cabeça, que mede as minhas palavras, que aprisiona o meu raciocínio.
Gosto de flutuar no sonho, de navegar no sorriso, não pensar no tempo e ignorar o espaço.
E, a liberdade, a minha liberdade, começa nesse momento, nos segundos que não são medidos, nos carinhos que não são pensados mas sentidos, nos beijos que são saboreados e não programados.
Não sou uma máquina! Não gosto de programar os sonhos, os abraços e os carinhos!
Detesto a sensatez que tenho que ter em todas as palavras que tenho que dizer, porque, as palavras, como os pensamentos, devem fluir e não ficarem aprisionadas, censuradas por leis que pouco conheço, não concordo mas, o meu cérebro grita-me que tenho que seguir!
Não gosto de sentir os movimentos apertados, nem aceito que as minhas palavras estejam vestidas com blusas de licra que sufocam o bater do meu coração!
Gosto do sonho e da palavra que sai diretamente do coração, sem passar pelo filtro do meu cérebro!
Quando estou em silêncio, estou numa amena conversa comigo, vejo-me, revejo-me e penso-me.
Detesto ser racional por imposição!
Adoro sonhar, florescer na madrugada dos meus sonhos!
Cris Anvago
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