Ser humano
É ser sensível
Dar sem esperar receber
Humanidade não se compra
Ou se tem ou não!
Humano é saber tratar todos por igual
Respeitar e amar
Não maltratar corações...
Não apunhalar com palavras
Humanidade não é ser humano
É pensar no outro como em si mesmo
Ajudar e não fingir que não vê
Se ajudas um gato és humano
Se não abandonas um cão és humano
Se abandonas indiscriminadamente
Animais e pessoas
Se não te comoves com a pobreza que vês
As catástrofes que existem no mundo
As desigualdades e as descriminações
Se tudo isto te passa despercebido
Ou, simplesmente, não queres saber….
Onde está a tua chamada humanidade?
Humanidade não é somente caminhar na vertical
É muito mais que isso!
Deve ser uma consciência maior de ti e dos que te rodeiam
(Cris Anvago)
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
sábado, 16 de agosto de 2014
PENSAMENTO
No pensamento
Sentimentos errantes
Sensualidade cintilante
Em toques que suavizam a pele
Arrepio que cresce
Que move o mundo dos sonhos
Que pára o momento
Por ser especial e mágico...
No pensamento
A fusão dos corpos
A união do sangue
O beijo das almas
No pensamento
A realidade que se pensa
Que vivo e sinto contigo
Meu amor…
No meu pensamento: TU!
(Cris Anvago)
Sentimentos errantes
Sensualidade cintilante
Em toques que suavizam a pele
Arrepio que cresce
Que move o mundo dos sonhos
Que pára o momento
Por ser especial e mágico...
No pensamento
A fusão dos corpos
A união do sangue
O beijo das almas
No pensamento
A realidade que se pensa
Que vivo e sinto contigo
Meu amor…
No meu pensamento: TU!
(Cris Anvago)
Quadro: Marta Bessa
domingo, 10 de agosto de 2014
SOU GAIVOTA
Sou gaivota solta
No céu que se torna infinito
Na loucura das nuvens
Soltam-se as asas
Corpo leve que sente o vento
Vejo os cavalos que galopam na praia
Na espuma das ondas
Que refrescam os grãos de areia...
Num instante que se faz breve
Sinto a loucura que me invade
Tudo é pequeno no meu alto esvoaçar
E eu, que gosto de brincar
Com as nuvens que afagam o meu corpo
Na minha doce ousadia
Sinto-me a galopar ao sabor do vento
Vibro com a paisagem que me rodeia
Quero alcançar a lua e abraçar o sol
Quero o infinito
Espreguiço-me longamente
No branco lençol que nos envolve
Continuo a voar nos teus braços
Meu amor!
(Cris Anvago)
No céu que se torna infinito
Na loucura das nuvens
Soltam-se as asas
Corpo leve que sente o vento
Vejo os cavalos que galopam na praia
Na espuma das ondas
Que refrescam os grãos de areia...
Num instante que se faz breve
Sinto a loucura que me invade
Tudo é pequeno no meu alto esvoaçar
E eu, que gosto de brincar
Com as nuvens que afagam o meu corpo
Na minha doce ousadia
Sinto-me a galopar ao sabor do vento
Vibro com a paisagem que me rodeia
Quero alcançar a lua e abraçar o sol
Quero o infinito
Espreguiço-me longamente
No branco lençol que nos envolve
Continuo a voar nos teus braços
Meu amor!
(Cris Anvago)
MEL NOS LÁBIOS
Nos teus lábios
Uvas com sabor de mel
Beijo prolongado
Sabor partilhado
Paixão que se expande
No suave sabor da tua pele
(Cris Anvago)
Uvas com sabor de mel
Beijo prolongado
Sabor partilhado
Paixão que se expande
No suave sabor da tua pele
(Cris Anvago)
VERÃO DE AMOR
Quando os nossos dedos se entrelaçam
O teu sangue pulsa na minha mão que ferve
Os teus lábios incendeiam-me
Em dia de sol conseguimos ver a lua
Que brilha sem vergonha na nossa pele nua
É o verão do nosso amor
(Cris Anvago)
O teu sangue pulsa na minha mão que ferve
Os teus lábios incendeiam-me
Em dia de sol conseguimos ver a lua
Que brilha sem vergonha na nossa pele nua
É o verão do nosso amor
(Cris Anvago)
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