Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
UM FADO
O fado
Lamento que no momento se entoa
Lágrima que escorre
Desespero que se apregoa
Paixão não correspondida...
Homem só
Mulher perdida
Traição, medo
Vontade de fugir da vida
Fado
Que é sina, sinal, despedida
Corpo triste, lágrima que escorre
Nos olhos quase sem vida
Baços os sorrisos
Vida sem cor
É assim o fado do desamor!
(Cris Anvago)
Lamento que no momento se entoa
Lágrima que escorre
Desespero que se apregoa
Paixão não correspondida...
Homem só
Mulher perdida
Traição, medo
Vontade de fugir da vida
Fado
Que é sina, sinal, despedida
Corpo triste, lágrima que escorre
Nos olhos quase sem vida
Baços os sorrisos
Vida sem cor
É assim o fado do desamor!
(Cris Anvago)
NUVENS VIRTUAIS?
Estamos numa nova era, num mundo novo, num mundo informático.
Temos a “nuvens” onde tudo é guardado.
Não falo de condensações de água. ...
No mundo moderno as nuvens estão cheias de fotografias, documentos, palavras.
Espero que não chova!
Sou uma ignorante nesta matéria de tecnologias avançadas (para mim) mas, tenho uma grande imaginação, olho para as nuvens e imagino um dia de chuva de fotografias, de palavras soltas, desabafos, pontuações a cair a pique e sem controlo…
Estamos na era da tecnologia, onde as palavras se encontram nas nuvens.
As emoções habitam num céu virtual, numa nuvem colorida, outra mais cinzenta, conforme as emoções que comportem.
E os nossos nomes nas nuvens, chovem nomes, informações, insultos, sorrisos e lágrimas.
Temos nuvens virtuais onde habitam as palavras que escrevemos nos momentos alegres e tristes.
Se chover, espero que sejam sorrisos, beijos e abraços que nos confortem neste nosso mundo real!
(Cris Anvago)
Temos a “nuvens” onde tudo é guardado.
Não falo de condensações de água. ...
No mundo moderno as nuvens estão cheias de fotografias, documentos, palavras.
Espero que não chova!
Sou uma ignorante nesta matéria de tecnologias avançadas (para mim) mas, tenho uma grande imaginação, olho para as nuvens e imagino um dia de chuva de fotografias, de palavras soltas, desabafos, pontuações a cair a pique e sem controlo…
Estamos na era da tecnologia, onde as palavras se encontram nas nuvens.
As emoções habitam num céu virtual, numa nuvem colorida, outra mais cinzenta, conforme as emoções que comportem.
E os nossos nomes nas nuvens, chovem nomes, informações, insultos, sorrisos e lágrimas.
Temos nuvens virtuais onde habitam as palavras que escrevemos nos momentos alegres e tristes.
Se chover, espero que sejam sorrisos, beijos e abraços que nos confortem neste nosso mundo real!
(Cris Anvago)
sábado, 24 de janeiro de 2015
CARTA
De: Mim
Para: Ti
Para: Ti
Escrevo-te esta carta, sei que passou de moda escrever cartas, não sou de modas, gosto de escrever o que sinto numa folha de papel, com linhas ou sem elas.
O sentimento não precisa de linhas, precisa de espaço para aprender a amar, precisa de gestos para continuar a paixão.
Os parágrafos cortam os pensamentos ou dão tempo para pensar? A distância fortalece sentimentos ou apaga-os?
Começo a divagar e não devo, pois se uma carta te escrevo deveria falar de mim, de ti, de nós.
Mas, talvez esteja nos espaços entre as palavras a nossa união e o nosso amor, entre nós não existem espaços vazios, estão cheios de flores perfumadas em corpos nus emudecidos.
Escrevo-te esta carta porque gosto de não estar na moda, porque o meu sentir se reparte pelos momentos belos vividos e sonhados, pelos abraços e beijos que cantam nas madrugadas em que me encantas.
Não existem palavras numa carta, por mais longa que ela seja, que expressem todas as emoções que escorregam nas veias que percorrem o caminho do meu interior.
Esta carta que te escrevo, se só dissesse amo-te seria banal e vazia? Não se com ela o meu perfume te envolver.
Vou deixar que leias estas simples palavras sem nexo, saídas de um cérebro complexo como é o meu, mas que florescem no meu coração como flores silvestres que se erguem apesar de todas as adversidades.
Por isso te escrevo, estou sempre contigo, nas adversidades e nas alegrias.
O meu abraço é sincero e apertado, quente e convida o teu corpo a ficar colado no meu.
Escrevo-te para te convidar para dançar nos lençóis de linho onde a paixão se espreguiça, a pele rejuvenesce e o sorriso do olhar floresce meu amor.
Escrevo só para te dizer que te amo!
Cris Anvago
O sentimento não precisa de linhas, precisa de espaço para aprender a amar, precisa de gestos para continuar a paixão.
Os parágrafos cortam os pensamentos ou dão tempo para pensar? A distância fortalece sentimentos ou apaga-os?
Começo a divagar e não devo, pois se uma carta te escrevo deveria falar de mim, de ti, de nós.
Mas, talvez esteja nos espaços entre as palavras a nossa união e o nosso amor, entre nós não existem espaços vazios, estão cheios de flores perfumadas em corpos nus emudecidos.
Escrevo-te esta carta porque gosto de não estar na moda, porque o meu sentir se reparte pelos momentos belos vividos e sonhados, pelos abraços e beijos que cantam nas madrugadas em que me encantas.
Não existem palavras numa carta, por mais longa que ela seja, que expressem todas as emoções que escorregam nas veias que percorrem o caminho do meu interior.
Esta carta que te escrevo, se só dissesse amo-te seria banal e vazia? Não se com ela o meu perfume te envolver.
Vou deixar que leias estas simples palavras sem nexo, saídas de um cérebro complexo como é o meu, mas que florescem no meu coração como flores silvestres que se erguem apesar de todas as adversidades.
Por isso te escrevo, estou sempre contigo, nas adversidades e nas alegrias.
O meu abraço é sincero e apertado, quente e convida o teu corpo a ficar colado no meu.
Escrevo-te para te convidar para dançar nos lençóis de linho onde a paixão se espreguiça, a pele rejuvenesce e o sorriso do olhar floresce meu amor.
Escrevo só para te dizer que te amo!
Cris Anvago
Não diga que sente o que realmente não sente
O sentimento tem que ser genuíno
Seja ele qual for
Mentimos a nós próprios se dizemos o que não sentimos
Magoamo-nos mais do que as pessoas que nos ouvem...
Ao querermos ser outra pessoa que não se encaixa em nós
As palavras deixam de nos servir
E o sentimento apaga-se no coração
Escurecem os sonhos
Dizer o que sente sem o sentir
É cair num buraco negro
Rodopiar até ao infinito do que não se deseja
E o desconhecimento é uma bola de neve
Vemo-nos ao espelho e não reconhecemos a nossa própria imagem
O sentir tem que ser sempre verdadeiro!
(Cris Anvago)
O sentimento tem que ser genuíno
Seja ele qual for
Mentimos a nós próprios se dizemos o que não sentimos
Magoamo-nos mais do que as pessoas que nos ouvem...
Ao querermos ser outra pessoa que não se encaixa em nós
As palavras deixam de nos servir
E o sentimento apaga-se no coração
Escurecem os sonhos
Dizer o que sente sem o sentir
É cair num buraco negro
Rodopiar até ao infinito do que não se deseja
E o desconhecimento é uma bola de neve
Vemo-nos ao espelho e não reconhecemos a nossa própria imagem
O sentir tem que ser sempre verdadeiro!
(Cris Anvago)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Na sintonia descompassada das palavras que não se encontram
Elevo-me para além de mim
Na esperança de me encontrar
Perdida no infinito dos suaves silêncios
Caminho por entre os medos e inseguranças...
Vibro com os sorrisos
Sinto as carícias da brisa que me acompanha
Nas noites que parecem longas
Iguais a tantas horas
Fujo de mim e refugio-me nas estrelas
Porque estão distantes ou porque são belas?
Inatingíveis e brilhantes
Pequenas mas grandiosas
Nas palavras que não se encontram
Os pensamentos deslizam em mim
Como água de fonte cristalina…
Escrevo com o coração que envolve cada sílaba do meu sentir!
(Cris Anvago)
Elevo-me para além de mim
Na esperança de me encontrar
Perdida no infinito dos suaves silêncios
Caminho por entre os medos e inseguranças...
Vibro com os sorrisos
Sinto as carícias da brisa que me acompanha
Nas noites que parecem longas
Iguais a tantas horas
Fujo de mim e refugio-me nas estrelas
Porque estão distantes ou porque são belas?
Inatingíveis e brilhantes
Pequenas mas grandiosas
Nas palavras que não se encontram
Os pensamentos deslizam em mim
Como água de fonte cristalina…
Escrevo com o coração que envolve cada sílaba do meu sentir!
(Cris Anvago)
domingo, 18 de janeiro de 2015
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