Os meus silêncios sempre gritam o teu nome
A brisa afaga o teu olhar
Aquele toque invisível que arrepia...
Sou Eu!
Cris Anvago
27/06/2015
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
sábado, 27 de junho de 2020
terça-feira, 23 de junho de 2020
Ser cabeleireira é uma arte calculada, de improviso arriscado!
É saber decifrar os desejos de cada pessoa que se senta na cadeira e espera que o seu corte de cabelo seja exactamente aquilo com que sonhou, na maioria das vezes não sabe explicar.
É saber qual o penteado que mais favorece o rosto, a tinta que melhor fica perante o estilo de cada pessoa.
É adivinhar o sonho de cada pessoa e tentar, com dedicação, esforço, calma e amor, como um verdadeiro artista, em cada rosto fazer, com os diversos estilos de cabelos uma obra de arte que seja única.
Ser cabeleireira é tornar o seu trabalho melhor que a realidade sonhada por cada pessoa.
O maior prémio de uma cabeleireira é ver o brilho nos olhos e o sorriso no rosto, da pessoa que se levanta da cadeira, se mira ao espelho e se sente melhor consigo mesma.
Ser cabeleireira é, não cortar demais, não cortar de menos, cortar na medida certa; não pintar a cor semelhante ao que a cliente quer, mas ser exactamente a cor pretendida.
É ser paciente, ser experiente, um pouco de psicóloga, de conselheira, de amiga e responsável pela beleza do penteado, do corte, da cor.
Ser cabeleireira é uma arte difícil, é como ser escultora de uma figura viva!
Não existe margem para erro!
Um aplauso para todas as cabeleireiras, artistas deste país!
Cris Anvago
Cris Anvago
sexta-feira, 12 de junho de 2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Na geometria dos meus pensamentos
Onde a ternura se enlaça
Os movimentos abraçam-se
Nos corpos que se querem unidos
Corações que são anéis entrelaçados
Mãos que são conchas
Onde se revelam mistérios sonhados
Fantasias coloridas
Da vida que se faz de amor
Geometria de mim
Colorida
Sou tela onde as cores me enfeitam…
Cris Anvago
Onde a ternura se enlaça
Os movimentos abraçam-se
Nos corpos que se querem unidos
Corações que são anéis entrelaçados
Mãos que são conchas
Onde se revelam mistérios sonhados
Fantasias coloridas
Da vida que se faz de amor
Geometria de mim
Colorida
Sou tela onde as cores me enfeitam…
Cris Anvago
11/06/2015
O amor é um misto de paixão, desejo e sedução, que embala os
corpos numa melodia por inventar, num oceano por navegar.
É afagar a nuvem que passa, branca e suave, abanar os
sentidos, esquecer tudo o que se sabe no momento em que os poros se respiram e
a pele transpira, num aroma perfeito e indefinido, entre o intenso e o suave.
No amor nada se sabe, além dos instantes repartidos entre os
beijos que trocam palavras não ditas, mas sentidas. Nos seios os lábios
excitam-se, nos ombros as asas agitam-se.
Voa a imaginação, cai a palavra no chão e só existe
silêncio, só permanece o sentimento, puro e belo.
O amor não é chama que se apaga num sopro de uma palavra
mais amarga, é compreensão, montanha onde se inicia uma grande escalada. Com
paragens e respirações ofegantes, o amor sempre foi, é e será, dos amantes
ternos e atenciosos, ouvintes atentos e presentes em tudo o que acontece.
Nas lágrimas também o amor se fortalece! Nos risos o desejo
acontece.
O amor é indecifrável, indefinido, depende do sentir e do
viver de cada um. Da capacidade de ser dar e saber receber.
O amor é abraçar, sentir, viver!
Cris Anvago
Cris Anvago
11/06/2015
sábado, 6 de junho de 2020
PENSAMENTOS DERRAMADOS
Canta-me no teu imaginário
Onde as estrelas são cadentes
E os compassos não esperam
Dança-me nos sonhos
Que se derramam no corpo
Salgam e pele
Vibram nos poros selvagens
Gato que se enrosca
Esconde as garras
Macios os pensamentos
Doces os momentos que se encontram na noite…
Cris Anvago
E os compassos não esperam
Dança-me nos sonhos
Que se derramam no corpo
Salgam e pele
Vibram nos poros selvagens
Gato que se enrosca
Esconde as garras
Macios os pensamentos
Doces os momentos que se encontram na noite…
Cris Anvago
(06/06/2014)
sábado, 30 de maio de 2020
SEMPRE TE QUERO
Nem sempre te espero,
nem sempre me quero,
Quantas vezes amenizo as manhãs
Nos teus lábios que sabem a romãs
A tua face corada, pelo sol que agora se vai
O teu sorriso, sem precisar de motivo
beija um sorriso meu, meu olhar cativo
no teu olhar que voa, no meu sonho,
num céu azul mar, pousa no meu altivo olhar
Quantas vezes te espero
Quantas vezes te quero
Nas tardes de inverno, nasce o sol no teu corpo
espero paciente pelo abraço que me aconchega
Cavalgas nos prados verdejantes,
sorris, quando dizem que somos amantes.
Agasalhas o poema que nasce em ti e a mim chega,
não por palavras ocas, mas por gestos cintilantes
Tantas vezes me afogo sem mar,
só com a ondulação do teu olhar
Sempre te espero
Sempre te quero
Cris Anvago
quarta-feira, 20 de maio de 2020
AGARRA-TE
Deixa fluir as emoções,
não escondas as preocupações,
tudo em ti é muito para ser guardado,
não penses, relaxa um bocado.
Também é preciso sorrir
abraçar as palavras que te dizem,
deixa a tristeza descansar um pouco,
tens direito a ser um pouco louco.
Deixa as lágrimas caírem
pela beleza que existe em teu redor
Abre um livro e liberta-te nas suas páginas
Deixa os teus olhos sorrirem
Não te feches
Não te deixes
Agarra-te a ti e não largues o sonho!
Cris Anvago
domingo, 3 de maio de 2020
NA TUA VOZ
Na tua voz a rouquidão da manhã
Que desperta lentamente
O teu corpo eleva-se num voo
Leve e solto sobrevoa as searas
Canta e acrescenta encanto
Ao canto dos pássaros
Insólitas são as palavras doentes
Que se despem do melhor do seu sonho
E no verso que ainda não foi construído
No caminho que ainda não foi percorrido
Só ou acompanhadas
As palavras sentem-se cansadas
Dizer que o sol nasce amanhã
É esperança insegura
Na amargura de pensar no futuro
No que não se lê
No que se pensa que está
E não se vê
Para além do escuro, para lá do muro
Na tua voz a rouquidão da noite
Da espera, da lágrima que já não cai
Da gargalhada que já não sai sonora
Como a que ouvíamos, nos jantares de outrora
Ilumina-me o agora com o beijo que não te dou!
Cris Anvago
O teu corpo eleva-se num voo
Leve e solto sobrevoa as searas
Canta e acrescenta encanto
Ao canto dos pássaros
Insólitas são as palavras doentes
Que se despem do melhor do seu sonho
E no verso que ainda não foi construído
No caminho que ainda não foi percorrido
Só ou acompanhadas
As palavras sentem-se cansadas
Dizer que o sol nasce amanhã
É esperança insegura
Na amargura de pensar no futuro
No que não se lê
No que se pensa que está
E não se vê
Para além do escuro, para lá do muro
Na tua voz a rouquidão da noite
Da espera, da lágrima que já não cai
Da gargalhada que já não sai sonora
Como a que ouvíamos, nos jantares de outrora
Ilumina-me o agora com o beijo que não te dou!
Cris Anvago
sábado, 25 de abril de 2020
PORTUGAL 25 ABRIL 1974!
UM CRAVO!
Cheio de significado
Não apenas uma flor
É um grito!
Vozes unidas
Dores esquecidas
Milhares de cravos
Vermelhos
Sangue que pulsa
Liberdade que se expande
Sonhos de um futuro melhor
Abraços, sorrisos
1974! Ano para recordar!
Vermelho e verde
Símbolo da liberdade
Cinzentos os rostos
Transformados em risos coloridos
Palavras de ordem
“O povo unido”
Sem partidos
Com sentido
“Jamais será vencido”
Num único objectivo!
Justiça e igualdade
Respeito de braço dado!
Não desistam da luta!
NÃO DEIXEM MORRER O CRAVO!
Cris Anvago
Não apenas uma flor
É um grito!
Vozes unidas
Dores esquecidas
Milhares de cravos
Vermelhos
Sangue que pulsa
Liberdade que se expande
Sonhos de um futuro melhor
Abraços, sorrisos
1974! Ano para recordar!
Vermelho e verde
Símbolo da liberdade
Cinzentos os rostos
Transformados em risos coloridos
Palavras de ordem
“O povo unido”
Sem partidos
Com sentido
“Jamais será vencido”
Num único objectivo!
Justiça e igualdade
Respeito de braço dado!
Não desistam da luta!
NÃO DEIXEM MORRER O CRAVO!
Cris Anvago
(25/04/2015)
terça-feira, 21 de abril de 2020
sábado, 11 de abril de 2020
sábado, 4 de abril de 2020
sábado, 28 de março de 2020
Teus lábios…
encostados aos meus com carinho,
esperam a embriaguez da paixão
a noite que transpira emoção.
Tua pele,
arrepiada de desejo,
à espera de outro beijo
mais intenso que o primeiro,
fruto de desejos imensos
que inflamam…
O corpo
É vulcão que não esquece
Incendeia à chegada
Ajoelha-se na prece
para que não partas,
porque na despedida padece
em lágrimas que são dores.
Teus olhos
Ficam mar exaltado
Num oceano desgovernado
Sem pressa…
Quem ama
sabe que o desejo é mais profundo,
que não existe outro mundo.
Quem deseja
Percebe sempre quando beija,
que existe um rio
doce onde navega,
um céu onde se perde…
E o infinito é o começo
O sonho é a realidade,
de quem fica e recomeça
a naufragar no oceano,
que despreza o desengano
da vida que já viveu.
Quem beija
Sabe logo que deseja,
muito mais que lábios ternos,
quer loucura e perdição,
viver no precipício é navegar numa outra dimensão…
Quem ama
é louco e inconsequente
porque o que é valioso
não é toda a vida, mas aquele precioso momento!
Cris Anvago
(27/03/2016)
encostados aos meus com carinho,
esperam a embriaguez da paixão
a noite que transpira emoção.
Tua pele,
arrepiada de desejo,
à espera de outro beijo
mais intenso que o primeiro,
fruto de desejos imensos
que inflamam…
O corpo
É vulcão que não esquece
Incendeia à chegada
Ajoelha-se na prece
para que não partas,
porque na despedida padece
em lágrimas que são dores.
Teus olhos
Ficam mar exaltado
Num oceano desgovernado
Sem pressa…
Quem ama
sabe que o desejo é mais profundo,
que não existe outro mundo.
Quem deseja
Percebe sempre quando beija,
que existe um rio
doce onde navega,
um céu onde se perde…
E o infinito é o começo
O sonho é a realidade,
de quem fica e recomeça
a naufragar no oceano,
que despreza o desengano
da vida que já viveu.
Quem beija
Sabe logo que deseja,
muito mais que lábios ternos,
quer loucura e perdição,
viver no precipício é navegar numa outra dimensão…
Quem ama
é louco e inconsequente
porque o que é valioso
não é toda a vida, mas aquele precioso momento!
Cris Anvago
(27/03/2016)
HISTÓRIAS QUE ESCREVO
Comecei a escrever uma história de amor e ternura no teu corpo, mas o tempo é curto amor, a emoção ficou interrompida, o relógio não pára, corremos no tempo e vamos escrevendo a nossa vida.
Pedaços de momentos diferentes vividos, vidros que se quebram, sorrisos perdidos.
Pedaços de momentos diferentes vividos, vidros que se quebram, sorrisos perdidos.
Nos momentos somos nós, fora dos segundos estamos sós.
A vida corre e o amor que fazemos escorre nos minutos de prazer que vivemos.
A vida corre e o amor que fazemos escorre nos minutos de prazer que vivemos.
Gaivotas voam ao sabor do vento, trocam olhares. Cruzam momentos, escolhem os melhores ventos, abrem as asas e voam felizes.
E, nos momentos esquecidos de nós, o vento é agreste, a rosa torna-se silvestre, no árido deserto o meu corpo esperou pelo teu.
Os momentos transformaram-se em silêncios vividos, passados, alegremente sentidos.
E, nos momentos esquecidos de nós, o vento é agreste, a rosa torna-se silvestre, no árido deserto o meu corpo esperou pelo teu.
Os momentos transformaram-se em silêncios vividos, passados, alegremente sentidos.
Corações que riram, choraram e se abraçaram…
Comecei a escrever uma história de amor no teu corpo, mas, como pássaro livre que és, voaste antes do final.
Escolhem-se os céus, escolhem-se os gestos, encontram-se histórias noutros rostos, noutras palavras, sentires diferentes.
Não sou ninguém, sou toda a gente...
Não sou ninguém, sou toda a gente...
As histórias que começo nem sempre têm fim.
Vivo os momentos, revivo e renovo a cada gesto, cada olhar tem um significado para mim.
As feridas que ficam, no longo caminho que percorro, só eu as saro.
Os punhais ferem e fogem, o coração sangra e chora, mas a força sempre fica e regressa o sorriso.
Os punhais ferem e fogem, o coração sangra e chora, mas a força sempre fica e regressa o sorriso.
A ignorância do meu coração pede que ame sempre, cada vez mais, mesmo que o corpo , cansado dos segundos inacabados da minha história fiquem nos meus silêncios.
Sou ilusão, passagem, nesta longa viagem que só termina quando a minha alma se desprender de mim…
Cris Anvago
Cris Anvago
(28/03/2014)
quinta-feira, 26 de março de 2020
Que as minhas palavras
Atinjam a tua alma
Que te despertem os sonhos,
recordações de infância,
onde corrias, saltavas e eras feliz!
Atinjam a tua alma
Que te despertem os sonhos,
recordações de infância,
onde corrias, saltavas e eras feliz!
Que te façam lembrar o ontem
tão presente, as festas de aniversário,
de convívio só porque sim!
Das gargalhadas soltas no ar.
Do barulho da multidão
e dos gritos alegres das crianças
Que brincam num qualquer jardim!
tão presente, as festas de aniversário,
de convívio só porque sim!
Das gargalhadas soltas no ar.
Do barulho da multidão
e dos gritos alegres das crianças
Que brincam num qualquer jardim!
Que os abraços te envolvam nos pensamentos só teus,
Porque é urgente abraçar, os teus amigos e família
para que não existam barreiras, medos ou tristezas.
Porque é urgente abraçar, os teus amigos e família
para que não existam barreiras, medos ou tristezas.
Para que não tenhas que olhar pela janela
e querer estar do lado de fora!
Para seres livre e rires novamente,
gargalhadas sonoras ao lado de quem amas…
e querer estar do lado de fora!
Para seres livre e rires novamente,
gargalhadas sonoras ao lado de quem amas…
Tens que aguardar o momento!
Ser paciente!
Comunicar pelas tecnologias que existem e, ainda bem que existem, se fosse noutros tempos nem televisão tinhas, ficavas isolado do mundo!
Põe o teu eu interior em ordem e em paz!
Medita e acredita que o amanhã risonho vai chegar calmamente e serás diferente, serás mais forte, irás dar importância ao que realmente importa que são os afectos, a família, os amigos e que, alguns não te merecem, não precisam de ti e tu não precisas deles; muitos te surpreenderam e eram pessoas desconhecidas, apoiaram-te, fizeram muito por ti e não vais esquecer!
Que o amanhã esteja perto! Mais perto do que imaginas!
Do que todos nós imaginamos!
Cris Anvago
Do que todos nós imaginamos!
Cris Anvago
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