domingo, 12 de julho de 2015

O MEU NOME

    Não quero que digas o meu nome
    Quero que o sintas!
    Como as pedras emersas num riacho...
    Que corre desenfreado em dias de tempestade
    Sem nada ver, só sente que tem que chegar ao rio
    Para alcançar o mar
    Transformar o seu doce em salgado…
    Não quero que digas o meu nome
    Sente-o nas tuas veias
    Para poderes alcançar
    As ondas do louco mar…
    (Cris Anvago)