Abstractos são os corpos unidos
Na tela branca.
Onde as cores
Em desalinho se misturam
Na beleza das sensações...
Dos toques que despertam.
Na tela o brilho do prazer
Pintura que não se entende
Apenas se sente
Vive-se!
Abstractos momentos
Gritos sem sentido
No eco da noite que se cala.
Dois corpos que se embalam
No delírio do vulcão
Chama que incendeia
Na madrugada que observa calada
Os momentos extasiantes
Doce loucura de quem se ama!
(Cris Anvago)
Na tela branca.
Onde as cores
Em desalinho se misturam
Na beleza das sensações...
Dos toques que despertam.
Na tela o brilho do prazer
Pintura que não se entende
Apenas se sente
Vive-se!
Abstractos momentos
Gritos sem sentido
No eco da noite que se cala.
Dois corpos que se embalam
No delírio do vulcão
Chama que incendeia
Na madrugada que observa calada
Os momentos extasiantes
Doce loucura de quem se ama!
(Cris Anvago)
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