quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Pintei os meus lábios com o teu sorriso...(Cris Anvago)
Pinto as palavras com as minhas emoções
As cores soltam-se de dentro de mim
Amor em palavras pinceladas
Brilhantes...cores quentes...frases ardentes
Dor em palavras que escorrem a preto e branco
Todas as palavras se juntam
Num quadro abstracto de cores diversas
Gritos! Paixão! Dor! Loucura! Amor!
Cores que resvalam na tela da minha emoção
No momento em que me revelo...

Naquele silêncio
Entre a palavra dita e a sentida
Nas cores dispersas das palavras...
Eu...turbilhão de sentimentos...
Amor e sensibilidade colorida
Na palavra entre as palavras
Paixão escondida...
(Cris Anvago)
Nos meus braços embalo os teus sonhos...(Cris Anvago).
Despenteei a minha imaginação
Baralhei as minhas prioridades
Vesti-me de emoção
Encontrei-me em ti
Mergulhei no desejo
Da excitação do primeiro beijo
O encanto de estar contigo
Meu amor
(Cris Anvago)
Pedaços da minha dor
Resvalam entre os meus olhos
Descem por mim
Em lágrimas salgadas
Onde a tristeza se transforma em mar
Pedaços da minha dor
Que toma conta de mim
Sem piedade
Inunda o meu corpo desfalecido
Que outrora foi tempestade...

Pedaços de dor
Que tento afastar
Mas que dolorosamente
Teimam em ficar...
(Cris Anvago)
Quero sentir o sal da tua pele
Escorrer pelo meu corpo nu
Sentir o beijo prolongado
Doce e molhado
Que provoca em ti desejo
Trocar o meu cheiro pelo teu
Entrelaçar os nossos dedos
Partilhar o sonho antes só meu
Contar-te em silêncio os meus segredos
Não pensar se é noite......

Ou se já amanheceu
Simplesmente saborear-te
Embriagar-me pelo momento
Soltar-me na tua pele
Escrever uma melodia
Cantar contigo abraçada
E sorrir...sorrir com os olhos
Os lábios...
Sorrir com todo o meu corpo
Até que o teu ria de alegria e paixão
Meu Amor...
(Cris Anvago)
Por vezes as minhas palavras
Soam-me estranhas
Como se não fossem minhas
Como se eu tivessem renascido
Todo o meu sentir se solta
Em palavras que dançam
No papel em branco
Juntam-se como se tivessem vida própria
Fazem amor
Riem...

Brincam
Esquecem-se que fazem parte de mim
Fui eu que as soltei
Fui eu que as deixei terem vida própria
Crescerem e tornarem-se belas
As palavras soltam-se
Mas fui eu que lhes dei vida
Emoção...
Sou eu
Em palavras sinceras
Labirinto de sentimentos meus
(Cris Anvago)
Sinto no sol
O aperto do teu abraço
Que acolhe o meu corpo
E toma conta do meu coração
Abraço que junta em mim
Os pedaços dispersos de alegria
Fazes-me sorrir
O meu riso nos teus braços...
(Cris Anvago)
Se...
Nas tuas caminhadas na areia
Perderes o rumo
Olha para o lado
Perto das tuas
As marcas dos meus pés
Na areia molhada
Na tua mão
Os meus dedos que afagam os teus
Nos meus olhos...

O teu céu...
E a estrela que nos guia...
A caminhada é nossa...
(Cris Anvago)
Pintei os meus silêncios
As cores misturaram-se
Com os tons dos meus gritos
Rasguei as minhas palavras
Vou começar um novo livro
Onde os silêncios navegam
E os prazeres são os gritos
Abafados pelos beijos de quem me ama...
Vou colorir o teu corpo na tela do desejo, sem hora e sem lei...
(Cris Anvago)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A noite é feita para amar, o dia para namorar...(Cris Anvago)
O melhor quadro é aquele em que sou a tua tela...(Cris Anvago)

Foto: © Taras Verbitsky
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MAGIA

Mágico será sempre o jantar, onde os nossos olhos se comunicam enquanto os nossos lábios ficam em silêncio.

O barulho que existe no restaurante não incomoda, não existe!

Os nossos sentires estão em nós, os meus ouvidos apurados só filtram o som da tua meiga voz.
Em qualquer ambiente existe romantismo, porque tu estás perto de mim, não existe problema, não existe tabu, nada resiste no nosso tempo, no tempo em que o meu coração do teu se enamora.

 Chuva, vento, trovoada, nada se compara ao mundo que construímos dentro do espaço onde estamos.
O mundo somos nós, a beleza está nos metros quadrados onde estamos. Temos o sol, a lua e as estrelas que iluminam o nosso amor.


 O néctar que bebo é o teu, o odor que paira no ar é o nosso.

É noite!
Uma noite qualquer, que importam as horas, o nosso amor é infinito, as minhas mãos pelo teu corpo demoram, passa no espaço do tempo em que os minha língua sôfrega te devora.

Não quero o mundo real!
Só preciso do mundo que construímos, tu e eu, onde os nossos corpos cansados, continuam unidos. eternos e enamorados.

Magia, sempre existe, enquanto nós existirmos!

 (Cris Anvago)

Quero-te na urgência dos meus sentidos que gritam pelo teu amanhecer.

 Amo-te na suavidade da tua pele seda onde me perco.

 Fico fora de mim, silenciosa e calma, amo-te com a urgência que grita a minha alma.

Nua, verdade, na suavidade da brisa que passeia pela noite, os meus lábios são teus e a lua ofereço-te através das minhas mãos.

 Sou rio que urgente corre para alcançar o mar de ti...

 (Cris Anvago)

Nos espaços existentes entre as palavras que escrevo, as emoções e desejos ardentes de um coração que pensa e sente....(Cris Anvago)
Em pequenos sopros
Suaves e quentes
Descubro o teu corpo
Quente que se arrepia
Voas nas minhas mãos
Soltas o teu desejo
E desejas que eu não pare
Os meus beijos
São grãos de areia
Tempestade ...

Que se expande em ti
Solto a minha imaginação
Quero dar-te o sol
Beijos que fervem
Na intensidade de um beijo
Febre...Paixão...
Melodia que se desprende
Ventre que dança
Corpo que se rende
No meu preso ao teu
Odores de mar
Noite que não finda
Céu...estrelas...luar
Tudo em nós
(Cris Anvago)
Gosto sempre de sentir o que leio
Se não sinto é porque nada me diz
Posso não gostar do que todos gostam
Vivo sem opiniões alheias
Gostar é mesmo uma questão de sentir
E eu ou sinto e gosto...
Ou é-me indiferente mas não critico
Pois quem escreveu
E gostou do que leu
Tem sentires diferentes dos meus
Que eu respeito!
(Cris Anvago)
É o sol que me afaga a pele?
Ou o teu corpo junto do meu?
É a lua que me enlouquece?
Ou o teu beijo molhado
Demorado e intenso?
São tantas as interrogações
Ou exclamações de prazer
Que sussurro quando te sinto?
A minha mente baralha-se
Quando o meu corpo...

Sem pontuação
Encontra o teu
Na mais pura e bela emoção
As interrogações desaparecem
E se existem exclamações
São essas que me enlouquecem
No momento de te ter
(Cris Anvago)
Dos meus dedos
Soltam-se palavras
Em forma de sentimentos
No teu corpo nu
(Cris Anvago)
Pela face escorrem lágrimas de diversas cores...
(Cris Anvago)