terça-feira, 27 de agosto de 2013

Quero-te na urgência dos meus sentidos que gritam pelo teu amanhecer.

 Amo-te na suavidade da tua pele seda onde me perco.

 Fico fora de mim, silenciosa e calma, amo-te com a urgência que grita a minha alma.

Nua, verdade, na suavidade da brisa que passeia pela noite, os meus lábios são teus e a lua ofereço-te através das minhas mãos.

 Sou rio que urgente corre para alcançar o mar de ti...

 (Cris Anvago)