sábado, 1 de março de 2014

Danço nua na rua deserta
E a chuva cai insistente
Gota a gota incerta
escorre pelos meus seios
onde moram os teus beijos
O vento abraça-me
E a pele arrepia
Oiço a tua misteriosa melodia
Danço na loucura do tempo
Como se nesse momento...
O mundo me pertencesse
Sinto que sou dona de mim
Solta, já caminho apressada
Corro e adivinho
Que em casa, os teus braços
estão abertos só para mim
Abro a porta, olho para ti
Vejo e sinto o sol
Mergulho
Na liberdade do teu corpo
Que me espera quente...
(Cris Anvago)
Nas curvas do teu corpo
O sol irradia através dos meus dedos
Nas tuas veias
Um rio de prazer
Invade a inocência que existe em ti
Transformo-te em vulcão
Tempestade louca
Insisto....
Até ouvir o teu grito inundado de paixão...
(Cris Anvago)
Não escrevo poemas
Apenas polvilho as palavras com sentimentos...
(Cris Anvago)
Nunca poderás ser sombra
Porque irradias luz
És sol que brilha
Nunca poderás ser escuridão
És a lua que no céu reluz
És um ser único
O teu sorriso é belo
O teu olhar...seduz...
(Cris Anvago)
Os instrumentos tocam em harmonia
E suavemente evocam
O calor dos nossos corpos
Que em carícias se arrepiam

Danço no teu corpo ao som do violino
Beijas-me ao som do piano
E a viola que espreita
Nos acordes que enfeita
O saxofone entra em nós
com o seu tom grave
E, sem dares por isso
rodopias ao som da minha voz

A melodia está completa
Orquestra de instrumentos
Vozes que asfixiam
O som do violino
Gemidos em tom grave
Orgasmos que se elevam
Ao som dos corpos
Melodia da paixão...
(Cris Anvago)

Quadro: Marta Bessa

Pouco é o tempo
Para navegar no teu corpo
Vestido com o meu
Sem pudor
Com loucura
Vibrar...cantar e dançar...
Nas línguas que são peixes que navegam
nas ondas selvagens do desejo
Febre que invade as veias
Fervem os beijos...
Pouco é o tempo
Para tanto amor
Que navega nos segundos sileciosos
do relógio que teima em correr...
(Cris Anvago)
Hoje a noite veio mais cedo...
Não tem estrelas...
Vou refugiar-me na escura noite...
Hoje eu não existo
Amanhã não sei se renascerei...
(Cris Anvago)
Vencedor é sempre aquele que ama incondicionalmente...(Cris Anvago)
Desilusões?
Só tem quem teve ilusões...
(Cris Anvago)
No sal derramado no meu corpo
A tua língua foi mel
Que percorreu a minha pele
Febre e mar
Loucura...
Luar nos teus olhos
Os seios delirantes
No desespero dos segundos
Do teu e meu eterno amar
(Cris Anvago)
Hoje vou reciclar a minha tristeza e transformá-la num sorriso colorido...(Cris Anvago)
Peguei numa tela
Pensei colocar lá tudo o que agora sinto
Mas, os meus pensamentos
são abstractos, confusos
Ausente estou de mim
Os caminhos são tortuosos
Estradas longas sem fim
Largo a tela, coloco-a num canto
Não quero pintar tristezas que fiquem para sempre
Confusões que confundem a minha mente...
O momento vai passar
E cores coloridas virão
Sorrisos, magia e emoção
Nesse momento sim!
A tela será o retrato do meu verdadeiro coração!
(Cris Anvago)
Um bom coração é aquele que ama e deixa entrar o amor...(Cris Anvago)
Na minha voz...o meu sentir...
Ouves-me?
(Cris Anvago)
Danço nua na rua deserta
E a chuva cai insistente
Gota a gota incerta
escorre pelos meus seios
onde moram os teus beijos
O vento abraça-me
E a pele arrepia
Oiço a tua misteriosa melodia
Danço na loucura do tempo
Como se nesse momento...
O mundo me pertencesse
Sinto que sou dona de mim
Solta, já caminho apressada
Corro e adivinho
Que em casa, os teus braços
estão abertos só para mim
Abro a porta, olho para ti
Vejo e sinto o sol
Mergulho
Na liberdade do teu corpo
Que me espera quente...
(Cris Anvago)
Na preguiça do meu corpo...adormeceste pela manhã...
(Cris Anvago)
Na solidão do teu corpo nu
Fiz dançar as estrelas
Sorrir a lua
Fiz o sol entrar em ti
A melodia florir
Os dedos navegarem
Deixei o vento levar a tua solidão
A felicidade ficou
e eu também...
(Cris Anvago)
Abraço-te
E não é só desejo que sinto
O teu corpo vibra de paixão
Os teus olhos falam-me de amor
Os meus dedos percorrem a tua pele
Decifram o teu sentir
Ouvem o teu desejo
E eu tento...
Realizar os teus sonhos
Ser a tua realidade
Em todos os segundos da tua vida amor...
(Cris Anvago)
Que interessa que o caminho seja difícil?
O que importa é a atitude da tua caminhada!
(Cris Anvago)