Danço nua na rua deserta
E a chuva cai insistente
Gota a gota incerta
escorre pelos meus seios
onde moram os teus beijos
O vento abraça-me
E a pele arrepia
Oiço a tua misteriosa melodia
Danço na loucura do tempo
Como se nesse momento...
O mundo me pertencesse
Sinto que sou dona de mim
Solta, já caminho apressada
Corro e adivinho
Que em casa, os teus braços
estão abertos só para mim
Abro a porta, olho para ti
Vejo e sinto o sol
Mergulho
Na liberdade do teu corpo
Que me espera quente...
(Cris Anvago)
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
sábado, 1 de março de 2014
Os instrumentos tocam em harmonia
E suavemente evocam
O calor dos nossos corpos
Que em carícias se arrepiam
E suavemente evocam
O calor dos nossos corpos
Que em carícias se arrepiam
Danço no teu corpo ao som do violino
Beijas-me ao som do piano
E a viola que espreita
Nos acordes que enfeita
O saxofone entra em nós
com o seu tom grave
E, sem dares por isso
rodopias ao som da minha voz
A melodia está completa
Orquestra de instrumentos
Vozes que asfixiam
O som do violino
Gemidos em tom grave
Orgasmos que se elevam
Ao som dos corpos
Melodia da paixão...
(Cris Anvago)
Quadro: Marta Bessa
Pouco é o tempo
Para navegar no teu corpo
Vestido com o meu
Sem pudor
Com loucura
Vibrar...cantar e dançar...
Nas línguas que são peixes que navegam
nas ondas selvagens do desejo
Febre que invade as veias
Fervem os beijos...
Pouco é o tempo
Para tanto amor
Que navega nos segundos sileciosos
do relógio que teima em correr...
(Cris Anvago)
Para navegar no teu corpo
Vestido com o meu
Sem pudor
Com loucura
Vibrar...cantar e dançar...
Nas línguas que são peixes que navegam
nas ondas selvagens do desejo
Febre que invade as veias
Fervem os beijos...
Pouco é o tempo
Para tanto amor
Que navega nos segundos sileciosos
do relógio que teima em correr...
(Cris Anvago)
Peguei numa tela
Pensei colocar lá tudo o que agora sinto
Mas, os meus pensamentos
são abstractos, confusos
Ausente estou de mim
Os caminhos são tortuosos
Estradas longas sem fim
Largo a tela, coloco-a num canto
Não quero pintar tristezas que fiquem para sempre
Confusões que confundem a minha mente...
O momento vai passar
E cores coloridas virão
Sorrisos, magia e emoção
Nesse momento sim!
A tela será o retrato do meu verdadeiro coração!
(Cris Anvago)
Pensei colocar lá tudo o que agora sinto
Mas, os meus pensamentos
são abstractos, confusos
Ausente estou de mim
Os caminhos são tortuosos
Estradas longas sem fim
Largo a tela, coloco-a num canto
Não quero pintar tristezas que fiquem para sempre
Confusões que confundem a minha mente...
O momento vai passar
E cores coloridas virão
Sorrisos, magia e emoção
Nesse momento sim!
A tela será o retrato do meu verdadeiro coração!
(Cris Anvago)
Danço nua na rua deserta
E a chuva cai insistente
Gota a gota incerta
escorre pelos meus seios
onde moram os teus beijos
O vento abraça-me
E a pele arrepia
Oiço a tua misteriosa melodia
Danço na loucura do tempo
Como se nesse momento...
O mundo me pertencesse
Sinto que sou dona de mim
Solta, já caminho apressada
Corro e adivinho
Que em casa, os teus braços
estão abertos só para mim
Abro a porta, olho para ti
Vejo e sinto o sol
Mergulho
Na liberdade do teu corpo
Que me espera quente...
(Cris Anvago)
E a chuva cai insistente
Gota a gota incerta
escorre pelos meus seios
onde moram os teus beijos
O vento abraça-me
E a pele arrepia
Oiço a tua misteriosa melodia
Danço na loucura do tempo
Como se nesse momento...
O mundo me pertencesse
Sinto que sou dona de mim
Solta, já caminho apressada
Corro e adivinho
Que em casa, os teus braços
estão abertos só para mim
Abro a porta, olho para ti
Vejo e sinto o sol
Mergulho
Na liberdade do teu corpo
Que me espera quente...
(Cris Anvago)
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