
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
O amor é um misto de paixão, desejo e sedução, que embala os corpos numa melodia por inventar, num oceano por navegar.
É afagar a nuvem que passa, branca e suave, abanar os sentidos, esquecer tudo o que se sabe no momento em que os poros se respiram e a pele transpira, num aroma perfeito e indefinido, entre o intenso e o suave.
No amor nada se sabe, além dos instantes repartidos entre os beijos que trocam palavras não ditas mas sentidas. Nos seios os lábios excitam-se, nos ombros as asas agitam-se.
Voa a imaginação, cai a palavra no chão e só existe silêncio, só permanece o sentimento, puro e belo.
O amor não é chama que se apaga num sopro de uma palavra mais amarga, é compreensão, montanha onde se inicia uma grande escalada. Com paragens e respirações ofegantes, o amor sempre foi, é e será, dos amantes ternos e atenciosos, ouvintes atentos e presentes em tudo o que acontece.
Nas lágrimas também o amor se fortalece! Nos risos o desejo acontece.
O amor é indecifrável, indefinido, depende do sentir e do viver de cada um. Da capacidade de ser dar e saber receber.
O amor é abraçar, sentir, viver!
(Cris Anvago)
Murmurei entre os segundos que teimavam em correr, no relógio louco que gargalhava e troçava de mim.
De voz já cansada, o som mudo do teu nome ecoa no meu cérebro.
Na minha pele a tua essência inunda os poros abertos e despertos de ti.
Na ausência do tudo, já nada era o que pensava, porque os pensamentos estavam mais confusos que o relógio que rodopiava, insistindo em caminhar, no único círculo que ele conhecia. Tão limitado este relógio que não se atreve a ultrapassar a sua própria linha.
Parece-se com algumas pessoas que não se atrevem, não vivem e são prisioneiros das horas.
Eu não quero relógios! Já foi tempo em que os colecionava, ultrapassei o círculo, construí rectas, curvas e contra curvas nos minutos da minha vida.
As horas são como eu quiser! Como me apetecer! Não têm correntes nem regras a seguir!
(Cris Anvago)
domingo, 14 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Perto de mim
As carícias são estrelas que brilham no corpo
As palavras balões coloridos que esvoaçam
Livres, mas com destino definido
Perto de mim...
Os beijos são desejos de água fresca
Nas cascatas que nascem dos poros
Perto de mim
A pele tatuada do toque que arrepia
No olhar a sede de amar
Perto de mim
Quero tudo!
O som do corpo que se expande
Na noite infinita de paixão
Nos lábios a sede
Sem pensamento e sem razão
No momento de loucura permanente
Perto de mim
O amar sem tabus
A pérola mágica da magia
Toques
Suavidade
Força
Riso e alegria
Perto de mim explosão
Dança e melodia
Perto de mim…
(Cris Anvago)
As carícias são estrelas que brilham no corpo
As palavras balões coloridos que esvoaçam
Livres, mas com destino definido
Perto de mim...
Os beijos são desejos de água fresca
Nas cascatas que nascem dos poros
Perto de mim
A pele tatuada do toque que arrepia
No olhar a sede de amar
Perto de mim
Quero tudo!
O som do corpo que se expande
Na noite infinita de paixão
Nos lábios a sede
Sem pensamento e sem razão
No momento de loucura permanente
Perto de mim
O amar sem tabus
A pérola mágica da magia
Toques
Suavidade
Força
Riso e alegria
Perto de mim explosão
Dança e melodia
Perto de mim…
(Cris Anvago)
Nos teus olhos a lua dança
No imaginário do meu corpo
O sol inunda a pele
Transpira o desejo
Na paixão nua...
Na solidão da palavra
Suave é a brisa que te afaga
Nos teus olhos um rio que corre
As rosas perfumam os pensamentos
As palavras brotam em gestos de ternura
Despida a lua de silêncios
Calada na voz que entontece as estrelas
Os seus mistérios
Só eu consigo vê-los
Sinto o sol no sorriso do olhar!
(Cris Anvago)
No imaginário do meu corpo
O sol inunda a pele
Transpira o desejo
Na paixão nua...
Na solidão da palavra
Suave é a brisa que te afaga
Nos teus olhos um rio que corre
As rosas perfumam os pensamentos
As palavras brotam em gestos de ternura
Despida a lua de silêncios
Calada na voz que entontece as estrelas
Os seus mistérios
Só eu consigo vê-los
Sinto o sol no sorriso do olhar!
(Cris Anvago)
DIA DA CRIANÇA
Sou e serei sempre criança, o sorriso, as brincadeiras
Sou irreverente e gosto da palavra “porquê”
E como fico confusa quando não me conseguem explicar algo!...
Desconfio que a pessoa não sabe.
Gosto de brincar às escondidas
Escondo-me por detrás das palavras e quando não me encontram
Gargalhadas soltam-se de mim.
O que penso de alguém sai, assim, como uma cascata.
Só percebo que fiz asneira quando vejo a expressão da outra pessoa.
Pulo, brinco e gosto de balões coloridos que voem até á lua
Sim! Porque acredito que cheguem lá!
Oiço uma canção e canto também
Baralho as palavras, canto como as oiço
Se não as oiço bem atrapalho-me e invento
Se alguém dá por isso coloco um sorriso de atrapalhada e tímida, mas não páro
Assim me desculpo e contínuo, porque quero cantar
E dançar como sei, basta seguir o ritmo, mas, parece que não é bem assim,
Até a dança tem regras e nomes
Mas eu gosto de liberdade e de inventar o meu próprio ritmo
Gosto de ser criança, de não perceber quando não me interessa
De pedir o que quero
De abraçar quem eu quero!
Não gosto de ser forçada
Detesto quando me dizem para ser simpática com uma pessoa que não conheço e acho antipática.
Sou genuína e digo tudo o que penso, dizem-me que não é correto, mas é o que penso!
Deixem-me ser criança!
Quando crescer tenho que calar o pensamento e não dizer o que sinto e penso!
Sou irreverente e gosto da palavra “porquê”
E como fico confusa quando não me conseguem explicar algo!...
Desconfio que a pessoa não sabe.
Gosto de brincar às escondidas
Escondo-me por detrás das palavras e quando não me encontram
Gargalhadas soltam-se de mim.
O que penso de alguém sai, assim, como uma cascata.
Só percebo que fiz asneira quando vejo a expressão da outra pessoa.
Pulo, brinco e gosto de balões coloridos que voem até á lua
Sim! Porque acredito que cheguem lá!
Oiço uma canção e canto também
Baralho as palavras, canto como as oiço
Se não as oiço bem atrapalho-me e invento
Se alguém dá por isso coloco um sorriso de atrapalhada e tímida, mas não páro
Assim me desculpo e contínuo, porque quero cantar
E dançar como sei, basta seguir o ritmo, mas, parece que não é bem assim,
Até a dança tem regras e nomes
Mas eu gosto de liberdade e de inventar o meu próprio ritmo
Gosto de ser criança, de não perceber quando não me interessa
De pedir o que quero
De abraçar quem eu quero!
Não gosto de ser forçada
Detesto quando me dizem para ser simpática com uma pessoa que não conheço e acho antipática.
Sou genuína e digo tudo o que penso, dizem-me que não é correto, mas é o que penso!
Deixem-me ser criança!
Quando crescer tenho que calar o pensamento e não dizer o que sinto e penso!
Deixem-me ser criança, brincar e dizer o que penso!
(Cris Anvago)
(Cris Anvago)
sábado, 6 de junho de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Desejo-te
Na intensidade do beijo
Colorido de sentir e paixão
Que estremece o corpo
E faz delirar o coração
Na intensidade do beijo
Colorido de sentir e paixão
Que estremece o corpo
E faz delirar o coração
Desejo-te
Na noite mais sombria
Onde o sol nasce
Como se fosse dia
Desejo-te
Nos meus sonhos mais suados
Na minha realidade mais louca
Eternos namorados
Onde a palavra não precisa da boca
Onde os sentidos
São caminhos proibidos
Por onde quero passar
Desejo-te
Na paixão sem juízo
Nas palavras sem sentido
Onde me quero aninhar
Desejo-te
Assim, sem nada e tudo querer
Nas noites que são dias de prazer
E onde descansas a tua cabeça
Suave antes de adormecer
Desejo-te…
(Cris Anvago)
Na noite mais sombria
Onde o sol nasce
Como se fosse dia
Desejo-te
Nos meus sonhos mais suados
Na minha realidade mais louca
Eternos namorados
Onde a palavra não precisa da boca
Onde os sentidos
São caminhos proibidos
Por onde quero passar
Desejo-te
Na paixão sem juízo
Nas palavras sem sentido
Onde me quero aninhar
Desejo-te
Assim, sem nada e tudo querer
Nas noites que são dias de prazer
E onde descansas a tua cabeça
Suave antes de adormecer
Desejo-te…
(Cris Anvago)
sábado, 23 de maio de 2015
ABRAÇOS NAS PALAVRAS
Quando escrevo
Coloco asas nas palavras
Para que voem
Cantem
Se revelem...
Fiquem espantadas com as flores
Que as recebem a sorrir
Como, se as palavras fossem abelhas
E, quando elas se juntam
Mel escorrem das frases
Que ondulam em sintonia
Com as ondas onde mergulham
São fogo na noite que começa
Sorriem, para não entristecer
As palavras que escrevo são livres
Flores que esvoaçam e nas nuvens crescem
Embaladas pelo vento
As palavras não são minhas
São de todos que as amam
Quando tocam os corações
Em suaves frases que os envolvem e beijam
Coloco asas nas palavras
Para que voem
Cantem
Se revelem...
Fiquem espantadas com as flores
Que as recebem a sorrir
Como, se as palavras fossem abelhas
E, quando elas se juntam
Mel escorrem das frases
Que ondulam em sintonia
Com as ondas onde mergulham
São fogo na noite que começa
Sorriem, para não entristecer
As palavras que escrevo são livres
Flores que esvoaçam e nas nuvens crescem
Embaladas pelo vento
As palavras não são minhas
São de todos que as amam
Quando tocam os corações
Em suaves frases que os envolvem e beijam
AS PALAVRAS ABRAÇAM-VOS!
(Cris Anvago)
SOU
A última melodia que ouves antes de adormecer
A felicidade no me sorriso ao abraçar-te
A voz que ouves no teu sonho
Onde me aninho suavemente...
O calor que sentes nos teus desejos
A cascata fresca em quentes beijos
O abraço que te veste e te embala
A frase que não esqueces
A pele onde adormeces
A onda onde navegas
A nuvem onde descansas
Danças nos meus dedos
Deslizas na minha imaginação
Sou…
O que queres…
(Cris Anvago)
A felicidade no me sorriso ao abraçar-te
A voz que ouves no teu sonho
Onde me aninho suavemente...
O calor que sentes nos teus desejos
A cascata fresca em quentes beijos
O abraço que te veste e te embala
A frase que não esqueces
A pele onde adormeces
A onda onde navegas
A nuvem onde descansas
Danças nos meus dedos
Deslizas na minha imaginação
Sou…
O que queres…
(Cris Anvago)
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