sábado, 8 de fevereiro de 2014

A PALAVRA

Paixão que se revela
Abraço que se sente
Liberdade de pensamento
A corrente que prende
Vaidade que esconde frustação
Raiva que corta a corrente
Amor que se diz e se sente

 A palavra pode ser muito ou nada
carícia ou facada
Conter sentimento
ou ser um balão vazio
Fazer rir ou chorar

Eu acredito na palavra que me faz sentir amada!
(Cris Anvago)
Os teus lábios?
A minha perdição...
O teu beijo?
Sal e mel...
O teu olhar?
Céu brilhante...
O teu corpo?
..........................
E...perco-me....
Amo...despertas o meu desejo...

Em cada momento
Fazes renascer o meu amor
Os teus lábios...
O começo da mágica viagem...
(Cris Anvago)
Pensa...
Se me conheces
E eu gosto de ti
És uma pessoa muito especial...
(Cris Anvago)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O beijo silencioso
Sente-se mais...grita dentro do corpo...a paixão...desperta o desejo...
De outro... silencioso beijo....
E...do depois....da febre...saudável do amor...
(Cris Anvago)
Nos meus momentos loucos
As palavras desmancham-se
Em prazeres inconfessáveis
Brincam e correm
Afagam a pontuação
que nelas existe
As palavras
Enlouquecem comigo
Em paixão e calor
Derretem-se...

Fundem-se...
Amam-se...
Incontroláveis
as palavras...são mel...que escorre...
pela página branca....sem pudor!
(Cris Anvago)
Foto

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O corpo vibra, arrepia
No sonho dos afagos
Prazer que ilumina
Pele suave
Mente que sente
Nuvens do prazer
Céu, terra, viagem...
Vermelho, paixão
Roupas arrancadas...

Esquecidas pelo chão
Corpo que espera
Mãos que desesperam
Dançam, passeiam...
Vestem o corpo de carícias
Malícias incontroláveis
Amor que se veste
Em cores quentes
Fogo que escorre
Em suaves pinceladas de vida!
(Cris Anvago)
 
Quadro: Marta Bessa
Foto

Doce licor

Nos teus lábios
O doce licor que escorrega
Da tua língua irrequieta
Que me afaga a melodia
Licor que desce
Na paixão que cresce
Por ti meu amor
Na rosa branca do meu jardim...

O aroma de uma flor encantada
O doce licor do vinho que bebeste
Açúcar nos meus dedos
Que afagam os teus irrequietos desejos
Doce licor, no mar de amor
Que me ofereces…
(Cris Anvago)
És a melodia da canção da minha vida...(Cris Anvago)
Na tua pele nasce um grito
Sempre que os dedos passeiam
Silêncios que adormecem
Deixo o teu corpo sorrir
Já perco a noção do tempo
Falta-me a lua no teu rosto
Tenho as estrelas
Que inundam os teus olhos
Felicidade
Que se sente em nós...

Ai sedução
Já fui para além da noite
Encostada no teu corpo
Vives e amas no meu!
Como cresce esta felicidade
Loucura e felicidade
Nas lágrimas que nascem
Nos corpos que se entrelaçam
Felizes e apaixonados
(Cris Anvago)
Palavras que te digo
São brisa suave
No teu ouvido
Tremor no teu corpo
Doce nos teus lábios
Sal nos teus poros
Palavras que se transformam
em pétalas no lençol de seda
Da tua pele
Que desliza na minha...

Palavras que já não digo...
Sensações...que te ofereço...
(Cris Anvago)
Sempre que invades o meu sonho
Acordas o meu corpo
Sou mar num sorriso...
(Cris Anvago)
Sei de ti...melhor do que tu sabes de ti...
Simplesmente porque te sinto...
(Cris Anvago)
As minhas emoções desfilaram no teu corpo...(Cris Anvago)
Soprei de leve no teu pescoço
Leve brisa
Antes do quente beijo
(Cris Anvago)
Quero ser a brisa suave
Quando acordas pela manhã
Um doce beijo
A desejar-te um dia mágico
(Cris Anvago)
As mãos gritam palavras que os lábios calam no calor do beijo profundo...
(Cris Anvago)
O coração é daltónico
Não conhece a cor da razão
Só vê a cor da paixão!
(Cris Anvago)
No silêncio da noite quieta
A minha voz tenta seduzir-te
Na pele que transborda odores
Magia de cores
Imaginação irrequieta
Tantos sabores, quero degustar-te
Beber o teu calor
E na paixão da noite silenciosa
O zumbido das minhas asas imaginárias
Vou sobrevoando o teu sonho...

Leio o teu olhar
Namoro o teu respirar profundo
O teu corpo treme
Suave a minha voz
Sangue que queima
Ao meu toque na tua veia
A noite acordou!
Nos corpos entrelaçados
No piscar da estrela cadente
Cintilante...em movimento
Orgasmos apaixonados
Palavras incertas
Loucura no céu azul
Indecentes pensamentos
Corpos que repousam felizes
Na dormência da felicidade
(Cris Anvago)