Olho para além do infinito
Onde o nada pode ser tudo
E o tudo se pode transformar em nada...
Caem meteoritos
Nascem flores
Génios adormecidos
Nas lâmpadas que ninguém vê
Com os olhos fechados
Vejo todo o universo
Com as suas estrelas
Maiores que a lua
Toco o sol e não me queimo
Sou insensível á dor
Consigo planar pela lua
Não me parece tão bela
Deixo-me cair numa nuvem
Que parece confortável
Atravesso-a como se fosse um fantasma
E caio no nada, como se fosse feita de chumbo
Sou um meteorito que se despenha
Num qualquer planeta perdido
Onde não existem olhares nem sorrisos
Aridez que me envolve
Rolam as lágrimas
Salgadas e mais pesadas que o tempo
Sim! O tempo que não existe
Para lá do infinito
Nem eu sei o que vejo!
Acordo do pesadelo que teima em pesar
Nas minhas pálpebras meio cerradas
Faço um esforço, olho para o lado
Felizmente estou em terreno firme
No meio do tudo
Ao teu lado meu amor
(Cris Anvago)
Onde o nada pode ser tudo
E o tudo se pode transformar em nada...
Caem meteoritos
Nascem flores
Génios adormecidos
Nas lâmpadas que ninguém vê
Com os olhos fechados
Vejo todo o universo
Com as suas estrelas
Maiores que a lua
Toco o sol e não me queimo
Sou insensível á dor
Consigo planar pela lua
Não me parece tão bela
Deixo-me cair numa nuvem
Que parece confortável
Atravesso-a como se fosse um fantasma
E caio no nada, como se fosse feita de chumbo
Sou um meteorito que se despenha
Num qualquer planeta perdido
Onde não existem olhares nem sorrisos
Aridez que me envolve
Rolam as lágrimas
Salgadas e mais pesadas que o tempo
Sim! O tempo que não existe
Para lá do infinito
Nem eu sei o que vejo!
Acordo do pesadelo que teima em pesar
Nas minhas pálpebras meio cerradas
Faço um esforço, olho para o lado
Felizmente estou em terreno firme
No meio do tudo
Ao teu lado meu amor
(Cris Anvago)
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