
Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
NA TELA SOU ESPECIAL…COMO NA VIDA!
As minhas palavras
Escritas na pauta de uma suave melodia
Cores que esvoaçam
Espalham-se fantasias
Acordam-se realidades
Soltam-se beijos
Na espiral onde o sol nasce
Amarelo vivo reflete o sorriso
Navego sem rumo
Na tela de um belo quadro
Que me inspira a mergulhar
Na fantasia do mar
Sou gaivota
Vês-me na tela da vida?
Suavemente corto o vento
Com as minhas longas asas
E grito o teu nome
Olha-me por dentro e verás
O meu coração que bate
Na tela onde esvoaçam as pulsações
Onde a esperança cresce
Adormeço na tela onde os meus sonhos coloridos se espalham…
(Cris Anvago)
Quadro: Miriam Merci
TERÇA FEIRA - 10/03/2015 - " SEU ESPAÇO " das 22 à 1 h da manhã de Portugal
www.radioalemfronteiras.net
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PAINEL DE LEITORES: Cinthia Moretti - Camila Carvalho - Licinia Oliveira - Rosa Silva
GRANDE PAINEL DE COLABORAÇÕES DE AUTORES : Suely Sette - Maria Ester Pena Carvalho - Mirian Menezes de Oliveira - Celso Ferruda - Cínthia Moretti - Ana Carvalhosa - Mario Barreto França - Sandra Cardoso - Luciano Reis - Chico Bento - Isidoro Cavaco - Laurentina Moreira - Soninha Porto - Mila Lopes - ...Amy Dine - Rosa Alentejana Felisbela - Victor e Bruno Cau Ésther Gerheim - Josenilson Leite - Fernandes Albertina - Haroldo Barbosa Filho - Carlos Fragata - Maria Sousa - Maria Maria De Lurdes Cunha - Maria Maria De Lourdes Ferreira - Sandra Ferrari Radich Fresa - Liliane Oliveira - Elizabete Elisabete Leite - Lurdes Maravilha - Ana Wiesenberger - Léa Ferro - Liska Azevedo - Merlin Magiko - Lígia Beltrão - Cris Anvago - Lucy Mendonca - Paula Duarte - Maria Maria Luíza Faria - Aurea Maria Justo - Elair Cabral - Rosa Resende - Zita Guerreiro - Naná Ferreira Gonçalves - Izani De Fatima Ferreira Pinto - Joana Salgado -
A MÚSICA E A REDESCOBERTA DO DIÁLOGO RADIOFÓNICO SEMANAL
António Silva
MULHER TODOS OS DIAS!
A maneira como se veste
Penteia o cabelo longo ou curto
Tanto faz
Se usa saia, Vestido ou calção
Calça branca no Inverno
Preta no verão
Se é inteligente
É interessante ver
Admiração no rosto de alguma gente
Como se fosse anormal
Uma mulher alcançar alguns cargos
Considerados mais significativos
Passam os séculos, correm os anos
Ainda se ouvem desculpas
Teve sorte, está onde está graças ao marido, irmão…
E mais alguém na cadeia familiar
Para não falar no que se ouve falar em relação a algumas
subidas
Mas, se a mulher quiser aprender carpintaria
Também não é visto com bons olhos
Esta e outras profissões são para os homens!
Os mesmos homens que se ajoelham
Para pedirem a mulher em casamento
Que imploram que fique com eles
Mesmo quando lhes batem.
Todos os dias são “dia da Mulher”
Para que ela própria pense mais nela
Para que as mulheres também não critiquem
As próprias mulheres e as rebaixem
A mulher tem que respeitar-se e saber respeitar
Olhar em frente
Não baixar a cabeça e receber sempre o que merece!
Para o Homem (felizmente ainda existem muitos)
Mais um dia em que respeita a Mulher!
Hoje, ontem e amanhã é o dia de quem se respeita e respeita
o seu semelhante!
(Cris Anvago)
segunda-feira, 9 de março de 2015
Quero recortar pensamentos, como se fossem nuvens que
esvoaçam sem destino, retirar pequenos fragmentos, arredondar as frases, afagar
os momentos.
Quero pintar os movimentos, como se fossem rodas soltas no
ar, esvoaçam as cores, frescas, distantes, as cores do meu pensar.
Quero beijar as palavras, como se de pétalas se tratassem,
palavras simples e suaves, que toquem na maciez do coração que ri, despir o teu
corpo das palavras que não usarás, porque não farão falta para amar.
Quero recortar pensamentos, enchê-los de momentos, afagá-los
com nuvens de algodão doce, como doces são os beijos que conseguem calar as
palavras para as beijar em silêncio.
Pe n sa me n to ……
recortado…..
(Cris Anvago)
quarta-feira, 4 de março de 2015
DELÍRIO NAS PALAVRAS
A suavidade nos espaços inexistentes
Entre os corpos que cantam
Indolentes e irrequietos
Chuva que se intensifica
Na primavera da paixão
Modifica o clima interior
Do teu corpo corrente de prazer
Sou suave no querer
Por querer e sentir
No olhar que se intensifica
E fica parado
Não desisto de pintar-te
Na minha tela de sonhos
Que voam como balões coloridos
Amo-te entre risos
Cócegas que são borboletas
Na chama que cresce
Na explosão inevitável do prazer
Sinto na escuridão da noite
O teu olhar na ponta dos dedos
Escreves poesia nos meus neurónios
Ofegantes que gritam por ti
Na suavidade do espaço inexistente
Somos um
Nas palavras que não existem
Delirei nos delírios que brotaram de ti
Jardim que me encanta
É inverno na primavera que já floresce
Canta o teu corpo na sede da garganta
Onde mergulhamos entre beijos
Suavidade, fogo, explosão
Onda gigante do teu corpo renasce!
(Cris Anvago)
AMO-TE
Quero-te
Na noite que não tem hora
Os ponteiros do relógio congelaram
Na imagem do dia que se esvai
No rio que teima em desaguar no mar
E se perde no esplendor do infinito
Na voz que ecoa no sentir da pele que arrepia
No sol que escalda na intimidade do corpo
Rubras as faces do fogo que nasce por dentro
Sorriem a cada beijo que flui nas veias
Brotam sussurros nos lábios entreabertos
Quero-te
Desejo as manhãs quentes do teu sorriso
As ondas que se desprendem das ancas
Que dançam freneticamente o tango dos amantes
Que se desnudam no jardim florido da sua insensatez
Os meus dedos são amoras silvestres
Que brotam livres e passeiam pelos teus poros
O teu odor jasmim alimenta a minha calma
Depois da tempestade que te inundou
Quero-te
Na galáxia distante
Que ninguém conhece nem alcançou
No mistério em que adormeço
Esqueço-me no teu corpo
Onde sempre quero amar sempre mais
Quero-te e não me perguntes a razão
Loucamente navego-te
Amo-te no muito que te quero
(Cris Anvago)
segunda-feira, 2 de março de 2015
A SOMBRA
A sombra
Que te acompanha
Não é tua
É a sombra do que foste
Do que não queres ser
Uma sombra sem vida
Que caminha sem querer
Não acredita em ninguém
Isolada e amorfa
A sombra que só acompanha
O caminho dos outros
Que passeia nos pés dos outros
Não tem força de vontade
Não tem querer
Desprende-te dessa sombra
A tua sombra tem vida própria!
A que tu lhe dás!
(Cris Anvago)
Nas costas doloridas
Cansadas de carregar o mundo
O corpo que se desprende num segundo
Lágrimas que secam
Sal que se desprende nas carícias suaves...
De um doce e feliz amor
Coxas que se elevam no salto
Transpõem muros de pedra em pedra
Nas estradas que nos levam
Ao infinito ou a um sítio seguro
Quero a leveza das tuas carícias
Movimentos de ondas
Estrelas, espuma branca, preguiça
Nos grãos de areia descansam e chamam
Pelo teu nome que se afasta das marés
Nas nuvens algodão branco que correm
Suave é o céu no teu corpo hortelã
Picantes os dedos que ambicionam
O prazer gritante na garganta que seca
Água que se esgota, límpida, cristalina
Como a língua que se espalha no corpo delirante
E a lua canta o segredo dos amantes
O mundo desabou nas minhas costas
Desintegrou-se nos carinhos dos teus olhos
Ventanias que espalharam lírios em campos dispersos
Sou segredos que chovem nos dias de sol
Sou translúcida no sentir
Imperceptível no meu, teu querer
Se me decifras lês os meus encantos
Que navegam nas ondas mais altas
Dos oceanos que não se esgotam
(Cris Anvago)
Cansadas de carregar o mundo
O corpo que se desprende num segundo
Lágrimas que secam
Sal que se desprende nas carícias suaves...
De um doce e feliz amor
Coxas que se elevam no salto
Transpõem muros de pedra em pedra
Nas estradas que nos levam
Ao infinito ou a um sítio seguro
Quero a leveza das tuas carícias
Movimentos de ondas
Estrelas, espuma branca, preguiça
Nos grãos de areia descansam e chamam
Pelo teu nome que se afasta das marés
Nas nuvens algodão branco que correm
Suave é o céu no teu corpo hortelã
Picantes os dedos que ambicionam
O prazer gritante na garganta que seca
Água que se esgota, límpida, cristalina
Como a língua que se espalha no corpo delirante
E a lua canta o segredo dos amantes
O mundo desabou nas minhas costas
Desintegrou-se nos carinhos dos teus olhos
Ventanias que espalharam lírios em campos dispersos
Sou segredos que chovem nos dias de sol
Sou translúcida no sentir
Imperceptível no meu, teu querer
Se me decifras lês os meus encantos
Que navegam nas ondas mais altas
Dos oceanos que não se esgotam
(Cris Anvago)
domingo, 1 de março de 2015
Sinto o teu doce abraço
Que rodeia e acolhe o meu sentir
Os teus beijos que me matam a sede
De viver e ser amada
De me sentir a flor mais bonita num jardim imenso...
Sinto a pele que arrepia
No calor do teu corpo
E…a noite cai, a lua já se despediu
Nós continuamos no abraço que se quer longo
Na maciez dos desejos que se querem fortes
Sinto-te na noite que não esquece quem se ama
(Cris Anvago)
Que rodeia e acolhe o meu sentir
Os teus beijos que me matam a sede
De viver e ser amada
De me sentir a flor mais bonita num jardim imenso...
Sinto a pele que arrepia
No calor do teu corpo
E…a noite cai, a lua já se despediu
Nós continuamos no abraço que se quer longo
Na maciez dos desejos que se querem fortes
Sinto-te na noite que não esquece quem se ama
(Cris Anvago)
Se és um cavalo selvagem
Não te deixes dominar
Galopa pela estrada de vida
Deixa que o vento seja teu companheiro
Galopa na praia...
Sem regras e sem tempo
Se és um cavalo selvagem
Aproveita o que a natureza te oferece
Conta só contigo e luta por ti
Selvagem serás só de nome
Serás um cavalo em liberdade
Sensível e com os instintos apurados
Sem rédeas
Sem dono
Serás tu mesmo
E o teu instinto te dirá o que é melhor para ti!
(Cris Anvago)
Não te deixes dominar
Galopa pela estrada de vida
Deixa que o vento seja teu companheiro
Galopa na praia...
Sem regras e sem tempo
Se és um cavalo selvagem
Aproveita o que a natureza te oferece
Conta só contigo e luta por ti
Selvagem serás só de nome
Serás um cavalo em liberdade
Sensível e com os instintos apurados
Sem rédeas
Sem dono
Serás tu mesmo
E o teu instinto te dirá o que é melhor para ti!
(Cris Anvago)
Não existe um tempo certo para amar
Não existe o amor com tempo programado
Não existem palavras pré-definidas
Quando se está com quem se ama
Tudo tem que ser espontâneo...
Para ser mágico
Para existir melodia
O tempo para amar é agora
O ontem e o amanhã
Amar sem tempo
Ter sempre tempo para amar!
(Cris Anvago)
Não existe o amor com tempo programado
Não existem palavras pré-definidas
Quando se está com quem se ama
Tudo tem que ser espontâneo...
Para ser mágico
Para existir melodia
O tempo para amar é agora
O ontem e o amanhã
Amar sem tempo
Ter sempre tempo para amar!
(Cris Anvago)
Quando o corpo se cansa do árduo trabalho, do dia que não te deixa descansar, os problemas acumulam-se e os papéis fazem uma pilha torta, nada homogénea, nada bonita.
O pensamento quer voar, pensar como seria se, de repente, do nada surgisse uma forma de vida mais simples, descontraída, onde tudo se resolvesse, fizesses o que gostas, sorrisses mais, amasses mais.
Que o teu exercício não fosse só os dedos que bailam nas teclas do computador, os papéis e mails que se acumulam á... espera do teu querer e força para trabalhar.
Cada vez o teu sorriso se desvanece mais, mas, necessário o salário que recebes, que depois achas que é tão pouco para o tanto que fazes!
Sentes que ninguém te compreende, que és mais um número feito para trabalhar.
Quando nasceste pensaste que tudo seria mais fácil, querias chegar á idade adulta, agora tens saudades dos teus tempos de criança.
Seria bom se todos nós só fizéssemos só o que gostamos de fazer, sem horários e preocupações, gerir o nosso próprio tempo, fazer tudo ao nosso ritmo, seria bom…
(Cris Anvago)
O pensamento quer voar, pensar como seria se, de repente, do nada surgisse uma forma de vida mais simples, descontraída, onde tudo se resolvesse, fizesses o que gostas, sorrisses mais, amasses mais.
Que o teu exercício não fosse só os dedos que bailam nas teclas do computador, os papéis e mails que se acumulam á... espera do teu querer e força para trabalhar.
Cada vez o teu sorriso se desvanece mais, mas, necessário o salário que recebes, que depois achas que é tão pouco para o tanto que fazes!
Sentes que ninguém te compreende, que és mais um número feito para trabalhar.
Quando nasceste pensaste que tudo seria mais fácil, querias chegar á idade adulta, agora tens saudades dos teus tempos de criança.
Seria bom se todos nós só fizéssemos só o que gostamos de fazer, sem horários e preocupações, gerir o nosso próprio tempo, fazer tudo ao nosso ritmo, seria bom…
(Cris Anvago)
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