segunda-feira, 20 de abril de 2015

    Cala-me a pele
    Com os teus beijos que são rios
    Que me transcendem de beleza
    Perfume e harmonia
    Cala-me os dedos...
    Inquietos que voam sem rumo
    Calmos na imaginação dos poros
    Treme a voz
    O gemido nasce
    Expande-se no corpo
    Todo ele é grito
    Abafado no coração
    Que pulsa sem noção
    Que tudo o que sente
    É paixão, alegria, amor
    Cala-me a pele
    Onda nos teus olhos
    Sussurra-me a alma
    Nas nuvens que passeiam
    No céu de ti
    Sou silêncio
    Fogo nas tuas veias
    Que dançam
    No ritmo do corpo que balança
    Vive! Brilha! Arrepia!
    Fogo e mar
    Sol e lua
    Amor ao luar
    Rosa que se desfolha
    Perfuma
    Inebria
    Sou suave
    Selvagem
    Guerreira
    Sensível
    Sou Tua!
    (Cris Anvago)

sábado, 11 de abril de 2015

    Foto de um utilizador
    Arranca de mim
    Os mais fundos gritos
    De prazer infindável
    Dá-me tudo
    Mesmo o que não saibas o tudo que tens...
    Desnuda-te perante mim
    Envolve-me sofregamente
    E sente
    A euforia do meu corpo em chamas
    As células que se abrem
    Reclamam beijos fundos
    Sorrisos estridentes
    Ouve a minha respiração
    A língua solta-se na pele que te veste
    Prova-te
    Prova a minha tempestade
    Que outrora foi brisa
    Desliza nas sensações desconhecidas
    No precipício da paixão
    Agarra-me para caíres no céu
    Afundares-te na onda
    O ar falta no novo universo
    Oxigénio que se esvai
    Em suspiros roucos
    Arranca de ti tudo o que não gostas
    Desprende-te das amarras
    Nas coxas que se enrolam
    Viagem no barco á vela na tempestade
    Perde-te no oceano de mim
    Toca a minha pele que arde!
    (Cris Anvago)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

    Foto de um utilizador
    Dançam arrepios nas pontas dos dedos
    Tango de paixões
    Na pele que os sente
    Pulsar de sensações
    De sol e nuvens...
    Lua cheia que se acende
    No coração
    Labirinto inexplicável
    De um mundo belo e inexistente
    Corpo de prazer
    Que se solta
    Vive o momento
    Abre-se em horizontes desconhecidos
    Sorri e sente
    Vibra e vive
    Sonha e estremece
    Na alma que se eleva
    Sôfrega a pele nua
    Inundada na cascata de ternura
    Vive, grita!
    Explode e sente
    Paixão no momento
    Tatuado o amor
    Que permanece
    Sempre!
    Em cada sol que nasce
    No rio que corre
    Expande-se a onda
    No oceano transcendente
    Sou mar que pulsa e sente
    No teu corpo navego
    Subtil, leve e intensamente!
    (Cris Anvago)
    Afagas-me o choro
    No abraço intenso
    Mundo florido que se revela
    És sonho, realidade, primavera
    E eu sou tudo em ti!...
    (Cris Anvago)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

    Nas margens do teu corpo
    Descanso
    Sonho e tremo de paixão
    Sou onda e verão
    Calma e ventania...
    Sou o que penso e queria ser
    E sou!
    Em ti sou tudo o que imagino
    Desnudo os meus sonhos
    Para que entres neles
    Voamos no prazer de amar
    Ser e ficar na paixão
    Loucura
    Verão em pleno inverno
    Sangue que ferve
    Nas veias que pulsam por ti
    Gosto-te
    Amo-te
    És o mundo que quero para mim!
    (Cris Anvago)
    Na imaginação que corre no vento
    O nome é mais forte
    Pulsa no pensamento
    As mãos acariciam a brisa
    Suave na imensidão da noite...
    És balão colorido que voa
    Distância perto de mim
    És imensidão
    Grão de areia
    Na palma da minha mão
    Sopro
    Voas livre
    Cantas
    Dizes que sou verso em ti
    Lembrança do que ainda virá
    Lua que toca a pele
    Cheia
    Iluminada
    Escorre na mente
    O toque que o teu corpo sente
    (Cris Anvago)
    Foto de Cris Anvago.
    Todas as lágrimas são salgadas
    Em todos os rostos que caem
    O Sangue que pulsa
    Em todos nós tem a mesma cor
    Somos todos iguais!...
    (Cris Anvago)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

    Amanhã
    O meu dia será uma página em branco onde vou escrever os meus sentimentos, nos minutos que viver aparecerão sorrisos, desconfortos, momentos menos bons, outros (talvez) eufóricos, só sei que serão todos vividos e sentidos por mim…
    Não sei se será uma página ou um livro.


    24 horas pode ser muito ou pouco tempo, depende de como se vive e como se encara todas as pedras, montanhas, nuvens.
    O sol tem que brilhar no meu dia, se não for lá fora, no lugar onde estou.
    O sorriso tem que florescer e o riso nascer.
    Afinal, um dia cinzento ou de sol, só depende de mim!
    Amanhã, o meu dia será primaveril porque eu quero que seja!
    (Cris Anvago)

quarta-feira, 1 de abril de 2015