segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O meu amar pode ser complexo...
Mas os meus gestos revelam-me...
Desde que os sintas...decifres...
São neles que estão a imensidão do meu amor...
Exprimo os meus sentires atrvés dos meus gestos
Que percorrem o teu corpo como as pequenas ondas
Que suavemente adormecem na praia
Nas ondas intensas que arrepiam o teu corpo
Que te fazem dançar, cantar, gemer...de paixão
Silênciosos e intensos são os me
us gestos
Mais que as minha palavras...
Intenso o meu amor...
Se me sentes...
Sabes a intensidade do meu sentir...
(Cris Anvago)
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Na minha loucura...procuro o sol...até na noite escura...(Cris Anvago)
Sou...um pequeno grão de areia...
Insignificante...que arrefece sem o sol...
Que nada é sem a onda que o afaga...
Que fica na escuridão total
Sem a lua...as estrelas...
Insignificante e frágil...
Mínimo neste grandioso mundo...
Faço parte de castelos de areia...que são destruídos...
Pela simples onda...que vem...
É verdade que também sei voar...quando o vento me quer levar......

Dependo de todos....
Só...Nada sou...
Pequeno grão de areia, que um dia aspirou ser o castelo de sonhos de alguém!
(Cris Anvago)
Enrolei as consoantes
Dei-lhes o aroma e o sentir das vogais
Amor, emoção, Intensidade, ousadia...
Fiz um arranjo floral
Salpiquei de cores
Surgiram novas flores
As da minha imaginação
Para te oferecer
Com virgulas e exclamações
Existentes no nosso prazer...
(Cris Anvago)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013


Nos meus mamilos ardentes
A tua língua dança
Tens os olhos brilhantes
E o meu corpo no teu balança
Os meus dedos...mar...
Entram no teu desejo mais profundo...
Sou grito! Terra! Quero Amar
Caminhar contigo até ao infinito mundo
Onde o mar e o céu se encontram
Onde as estrelas riem
No mar rouco que canta
Suavemente na onda
O teu corpo arrepia
Sou sal, viagem...
Sinto-me louca
Nesta insanidade doce e salgada
Por te amar minha Vida!
(Cris Anvago)
Gosto de pensar-me
Ler-me por dentro
Analisar o que sou, o que penso...
Sou pouca coisa...algumas qualidades e uma montanha de defeitos...
Penso-me junto de quem me ama
Sinto-me mesmo que não me sintam
Gosto de amar quem amo
Amo os defeitos e as qualidades
Penso-me e penso-te
E neste tão grande pensar...

Aprisiono o meu coração para não me influenciar...
Se me pensas...pensa-me num todo...
Os defeitos fazem parte de mim...
Leio-me, apago-me, neste livro imenso da vida...
Não consigo apagar todos os defeitos...
Penso-me e faço o que acho certo...mas nem sempre é...
Vês-me e pensas-me como me sentes!
(Cris Anvago)
Gosto de escrever nas ondas do teu corpo
Singelas palavras, doces ais...
Mergulho na onda que vem
Afundo-me, na onda que vai
Não pretendo ser poeta
Mas no teu mar imenso
A minha paixão desperta
No silêncio do teu ventre
A palavra fica mais liberta
Desço no silêncio aveludado das tuas coxas...

Onde o mistério se desvenda
E o nosso amor se completa.
(Cris Anvago)
Inspiras-me com os teus beijos
Doces, quentes, na ternura dos meus seios
És ternura, vulcão!
Corpo de sol
Orgasmo! Exaltação!
Sou mar em ti
És sol em mim
Quero o teu cheiro
Doce...quente...
Amor...paixão......

Os meus dedos no teu corpo
Dançam a melodia
Do nosso amor ardente
És pássaro
Futuro
Meu amor presente
Lábios que se encontram nos meus lábios
Mel que escorre...
Amor...Paixão...Viagem...
(Cris Anvago)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Hoje vesti-me de cores quentes

Vermelho vivo, como o meu sangue que salta nas veias, cavalo selvagem que corre em mim...

Azul mar, sou feita de ondas enérgicas que ondulam no meu corpo, danço até o dia nascer...

Amarelo sol, fervo de emoção, força da natureza que me move como um vulcão, quando amo, beijo, entro no teu mundo de magia...

Hoje vesti-me de cores quentes...Porque hoje, simplesmente me vesti de ti...

 (Cris Anvago)




Nos meus olhos a floresta vive!
Existe a tranquilidade das árvores centenárias
A melodia dos pássaros
As flores silvestres que livremente nascem
Expandem-se, crescem para onde querem
O mergulho no ar puro da floresta
Sento-me, respiro, inspiro
Fico inebriada pela mistura de odores
Tudo cheira a paz
Nos meus olhos a floresta vive e o meu corpo revive!...

Beijo-te na floresta
Sabes a amoras silvestres
Cheiras a rosas pequenas e vermelhas
A tua voz é melodiosa
Amo-te na floresta...Na cabana imaginária,
onde os nossos corpos vivem em harmonia
soltos, puros, a leveza dos meus dedos são uma suave brisa,
esquece a ventania da cidade amor, vem comigo...vem viver!
(Cris Anvago)
Se o Amor fecha a porta, deixa que nas tuas costas cresçam as asas para que possas voar até á janela. Se a janela estiver fechada tens que decidir...partir o vidro ou desistir? (Cris Anvago)
Não me conheço na noite escura e fria
Só me revejo no dia de sol ardente
Sou assim, feita de sentimento
Onde lágrimas bailam na loucura do querer
Quero lembrar-me de mim
Mas com tantos Invernos e tanta chuva
Acho que me esqueci, dos dias quentes
Da brancura das nuvens
Do calor de um sol ardente
Mas dos teus lábios não me esqueço amor...

Da tua língua que brinca e dança
No meu corpo quente que balança
Entre as tuas coxas quentes de Verão
És melodia que me faz dançar
Sou música que entra na tua pele
Que respira paixão e te faz suspirar
Escorre na tua pele o doce amargo do desejo
A pele grita e eu não vejo
As tuas pupilas dilatadas de prazer
Está escuro amor
Mas com as minhas mãos vou descobrindo
Brincando...com o teu prazer
Quero o teu corpo vivo no meu
Verão onde o calor é emoção
Amo-te e gemes
Estou em ti e tremes
Orgasmo que renasce e explode
Num corpo arqueado e moldado pelas minhas mãos
Vem, aquece-me, molha.me, sê onda...nesta noite de Verão
(Cris Anvago)
Quando a noite me veste de ternura
As estrelas dançam no meu corpo
Sou céu, sou loucura...
Sinto as tuas mãos, nuvens macias
Na minha pele quente que sempre anseia
Pelas tuas carícias...
Sou brisa, sou vento, grão de areia que sobrevoa o mar
Sou pequena mas tão cheia de sol
Tão completa por te amar...
(Cris Anvago)