quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Gosto de escrever nas ondas do teu corpo
Singelas palavras, doces ais...
Mergulho na onda que vem
Afundo-me, na onda que vai
Não pretendo ser poeta
Mas no teu mar imenso
A minha paixão desperta
No silêncio do teu ventre
A palavra fica mais liberta
Desço no silêncio aveludado das tuas coxas...

Onde o mistério se desvenda
E o nosso amor se completa.
(Cris Anvago)