sábado, 8 de junho de 2013

A janela por onde te vejo chegar
É a mesma janela por onde te vejo partir
Os sentimentos é que mudam

Quando chegas sorrio
Fico ansiosa e irrequieta
Sei que te vou amar
Que vou flutuar em ti
Transpirar e absover o teu amor
Gota a gota
Poros dilatados
Cheiros misturados
Cheiros de flores silvestres
Amor em liberdade
Sem limites...
Fogo aceso
Corpos que remexem
Poesia que se solta
Palavras que não rimam
Mas que se sente
No corpo amado
Melodia ardente

Quando partes
Semblante triste
Saudade que se instala
No mesmo instante
Neste corpo que de alegre
Muda de repente
É um corpo triste
Um olhar sem luz

E sempre
Vou esperar-te 
Para rir contigo
E em ti deliciar-me
(Cris Anvago)


Foto: Photo By © Kristina Kislitsyna
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