Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Na pele arrepiada
O sopro de um beijo
Um fio de mar
que resvala e contorna
As curvas do teu corpo
Que dança e balança
ao som de um gemido quente
Que se desprende suavemente
Da garganta que sufoca de desejo
Na pele arrepiada...
Os meus dedos passeiam
Gritam que te amam
Na tua pele já molhada
De prazer...
(Cris Anvago)
O sopro de um beijo
Um fio de mar
que resvala e contorna
As curvas do teu corpo
Que dança e balança
ao som de um gemido quente
Que se desprende suavemente
Da garganta que sufoca de desejo
Na pele arrepiada...
Os meus dedos passeiam
Gritam que te amam
Na tua pele já molhada
De prazer...
(Cris Anvago)
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Queres falar de rosas?
Oferece-me uma...
Verás os meus olhos brilharem
E os meus lábios agradecerem
Levemente no teu rosto
Suavemente em ti
Queres falar de rosas?
Não olhes para os meus espinhos
Se a tua alma é bela...
Não tens que ter medos
De mim só terás carinhos
Queres sentir a suavidade das rosas?
Sente-me...sem espinhos...
(Cris Anvago)
Oferece-me uma...
Verás os meus olhos brilharem
E os meus lábios agradecerem
Levemente no teu rosto
Suavemente em ti
Queres falar de rosas?
Não olhes para os meus espinhos
Se a tua alma é bela...
Não tens que ter medos
De mim só terás carinhos
Queres sentir a suavidade das rosas?
Sente-me...sem espinhos...
(Cris Anvago)
Quando os meus pés
Já não souberem caminhar na estrada do amor
Nada mais o meu corpo fará aqui
Inerte, sem saber abraçar
As minhas mãos, sem saberem acarinhar
Nada mais terei (serei)
Só o breu e o frio
Nem as estrelas poderei alcançar
Elas são feitas de amor
Não poderei alcançar nada!...
Porque não merecerei
Serei pó, fino pó, que com uma leve brisa
muito leve, desaparecerá
E que ninguém chore por mim
Porque não se deve chorar
Pela pessoa que não sabe amar!
Quando os meus olhos
Não souberem admirar o amor
Que me ofereces
Não flutuarei...
Nada serei nesta vida nem em nenhuma!
(Cris Anvago)
Já não souberem caminhar na estrada do amor
Nada mais o meu corpo fará aqui
Inerte, sem saber abraçar
As minhas mãos, sem saberem acarinhar
Nada mais terei (serei)
Só o breu e o frio
Nem as estrelas poderei alcançar
Elas são feitas de amor
Não poderei alcançar nada!...
Porque não merecerei
Serei pó, fino pó, que com uma leve brisa
muito leve, desaparecerá
E que ninguém chore por mim
Porque não se deve chorar
Pela pessoa que não sabe amar!
Quando os meus olhos
Não souberem admirar o amor
Que me ofereces
Não flutuarei...
Nada serei nesta vida nem em nenhuma!
(Cris Anvago)
Não és...
Só palavras, pontos,
exclamações nem reticências
És toque, doçura, paixão
Por detrás desse rosto que todos conhecem
És o iceberg que ferve,
Que oculta sentimentos
Dores, incertezas, desconfiança
Riso e choro de criança
És muito mais que simples palavras...
És a essência de cada frase
O teu corpo, beleza natural
Astro, estrela, luar matinal
És tudo e nunca penses que não és nada
Não te reduzas à insignificancia das palavras
És o todo e não uma das partes
És o mundo
Pensas que és uma simples estrela
Desapega-te das coisas insignificantes
Sente o sol do Amor
Se existem dúvidas em ti
És tu que as tens
Porque para mim
Não existe mais ninguém
(Cris Anvago)
Só palavras, pontos,
exclamações nem reticências
És toque, doçura, paixão
Por detrás desse rosto que todos conhecem
És o iceberg que ferve,
Que oculta sentimentos
Dores, incertezas, desconfiança
Riso e choro de criança
És muito mais que simples palavras...
És a essência de cada frase
O teu corpo, beleza natural
Astro, estrela, luar matinal
És tudo e nunca penses que não és nada
Não te reduzas à insignificancia das palavras
És o todo e não uma das partes
És o mundo
Pensas que és uma simples estrela
Desapega-te das coisas insignificantes
Sente o sol do Amor
Se existem dúvidas em ti
És tu que as tens
Porque para mim
Não existe mais ninguém
(Cris Anvago)
Uma gaivota gritou o meu nome
Tentei encontrá-la, sobre o mar revolto
Pensei que se tinha escondido numa nuvem
Ou quem sabe, voado para outro lado
Sei que ouvi o meu nome
Alto, trazido pelo vento, na minha direcção
Teria sido mesmo uma gaivota?
Nem o mar me respondeu
E a chuva agreste e fria
Fez com que me recolhesse...
Na lareira da minha solidão
Será que ouvi o meu nome?
(Cris Anvago)
Tentei encontrá-la, sobre o mar revolto
Pensei que se tinha escondido numa nuvem
Ou quem sabe, voado para outro lado
Sei que ouvi o meu nome
Alto, trazido pelo vento, na minha direcção
Teria sido mesmo uma gaivota?
Nem o mar me respondeu
E a chuva agreste e fria
Fez com que me recolhesse...
Na lareira da minha solidão
Será que ouvi o meu nome?
(Cris Anvago)
Sou...um pequeno grão de areia...
Insignificante...que arrefece sem o sol...
Que nada é sem a onda que o afaga...
Que fica na escuridão total
Sem a lua...as estrelas...
Insignificante e frágil......
Mínimo neste grandioso mundo...
Faço parte de castelos de areia...que são destruídos...
Pela simples onda...que vem...
É verdade que também sei voar...quando o vento me quer levar...
Dependo de todos....
Só...Nada sou...
Pequeno grão de areia, que um dia aspirou ser o castelo de sonhos de alguém!
Cris Anvago
Insignificante...que arrefece sem o sol...
Que nada é sem a onda que o afaga...
Que fica na escuridão total
Sem a lua...as estrelas...
Insignificante e frágil......
Mínimo neste grandioso mundo...
Faço parte de castelos de areia...que são destruídos...
Pela simples onda...que vem...
É verdade que também sei voar...quando o vento me quer levar...
Dependo de todos....
Só...Nada sou...
Pequeno grão de areia, que um dia aspirou ser o castelo de sonhos de alguém!
Cris Anvago
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