sábado, 1 de fevereiro de 2014

Quando os meus pés
Já não souberem caminhar na estrada do amor
Nada mais o meu corpo fará aqui
Inerte, sem saber abraçar
As minhas mãos, sem saberem acarinhar
Nada mais terei (serei)
Só o breu e o frio
Nem as estrelas poderei alcançar
Elas são feitas de amor
Não poderei alcançar nada!...

Porque não merecerei
Serei pó, fino pó, que com uma leve brisa
muito leve, desaparecerá
E que ninguém chore por mim
Porque não se deve chorar
Pela pessoa que não sabe amar!
Quando os meus olhos
Não souberem admirar o amor
Que me ofereces
Não flutuarei...
Nada serei nesta vida nem em nenhuma!
(Cris Anvago)