Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
domingo, 11 de maio de 2014
GAVETA FECHADA
Abri uma gaveta
Onde estavam palavras adormecidas
Sorrisos tímidos
Gestos descoordenados
Roupas que nunca estiveram na moda
Em fotografias descoradas pelo tempo
Abri uma gaveta do passado
Onde me revi e me reencontrei...
Mas em muitas palavras e gestos
Meios sorrisos e olhares que fugiam do mundo
Não me reconheci…
Palavras e fotografias sem cor
De um passado que não era eu
(Cris Anvago)
Onde estavam palavras adormecidas
Sorrisos tímidos
Gestos descoordenados
Roupas que nunca estiveram na moda
Em fotografias descoradas pelo tempo
Abri uma gaveta do passado
Onde me revi e me reencontrei...
Mas em muitas palavras e gestos
Meios sorrisos e olhares que fugiam do mundo
Não me reconheci…
Palavras e fotografias sem cor
De um passado que não era eu
(Cris Anvago)
sábado, 10 de maio de 2014
LOUCA
Sou gestos
Que inventei no teu corpo
Corpos juntos, colados
Na voz ardente
Que te invade
Sou louca…dizes-me…
Quero ser louca em ti
Fazer-te ver as estrelas brilharem...
Seres céu e mar
Não te disse amor?
Quero estar sempre contigo…
(Cris Anvago)
Que inventei no teu corpo
Corpos juntos, colados
Na voz ardente
Que te invade
Sou louca…dizes-me…
Quero ser louca em ti
Fazer-te ver as estrelas brilharem...
Seres céu e mar
Não te disse amor?
Quero estar sempre contigo…
(Cris Anvago)
BRINDAMOS
Brindamos!
A tudo o que nos une
O vinho escorre pelas nossas gargantas
Como um beijo que navega no corpo
Queima os dedos
Alegra o nosso olhar
Momentos nossos
Quentes, deliciosos…
Brindamos!
Ao nosso Amor!
(Cris Anvago)
A tudo o que nos une
O vinho escorre pelas nossas gargantas
Como um beijo que navega no corpo
Queima os dedos
Alegra o nosso olhar
Momentos nossos
Quentes, deliciosos…
Brindamos!
Ao nosso Amor!
(Cris Anvago)
TODA A VIDA
Quando chegaste
Trazias as mãos cheias
De amor e carinho
Dançaste no meu corpo
Como uma onda irrequieta
E eu voei nos teus beijos
Sou dona das estrelas
Navego nas tuas doces nuvens...
Beijas-me
Como se só existisse aquele momento
No meu imperfeito sonho
Partiste com um sorriso
Perco a vontade de voar
Por um momento
Só por um momento
Até voltares
E de novo voarei no teu céu de amor…
Perdi-te por um segundo
Encontrei-te para toda a vida!
(Cris Anvago)
Trazias as mãos cheias
De amor e carinho
Dançaste no meu corpo
Como uma onda irrequieta
E eu voei nos teus beijos
Sou dona das estrelas
Navego nas tuas doces nuvens...
Beijas-me
Como se só existisse aquele momento
No meu imperfeito sonho
Partiste com um sorriso
Perco a vontade de voar
Por um momento
Só por um momento
Até voltares
E de novo voarei no teu céu de amor…
Perdi-te por um segundo
Encontrei-te para toda a vida!
(Cris Anvago)
O MEU NOME
Eu sou mais que o meu nome!
Sou sensibilidade, paixão, ternura
Beijo, vulcão, aventura
O meu nome não é nada
Se não existir a minha pele
Que queima a tua, arrepia, enlouquece
Não te quero só na noite quente
Desejo-te no dia que amanhece...
No sorriso dos meus lábios
A língua baila ao som da tua melodia
Sou o que quiseres
Calma, Ardente…
Palavra que ferve ou fria
Sou muitas para amar-te
Serei muitas mais para conquistar-te
Todos os dias da minha vida!
(Cris Anvago)
Sou sensibilidade, paixão, ternura
Beijo, vulcão, aventura
O meu nome não é nada
Se não existir a minha pele
Que queima a tua, arrepia, enlouquece
Não te quero só na noite quente
Desejo-te no dia que amanhece...
No sorriso dos meus lábios
A língua baila ao som da tua melodia
Sou o que quiseres
Calma, Ardente…
Palavra que ferve ou fria
Sou muitas para amar-te
Serei muitas mais para conquistar-te
Todos os dias da minha vida!
(Cris Anvago)
PALAVRAS BARALHADAS
Baralha as palavras
Ralha, lavra, grita, e leva
Sentimentos não se elevam
Sem ti…
Momentos…não voam…
Caminha nas pedras leves
Minha nuvem de algodão
Doce, mão, vem, no corpo...
Acaricia a pele
A carícia que nasce nos dedos
Desce pelo corpo
Elo que é alma cresce o desejo
Do beijo intenso
Doce, algodão, beijo de desejo
Baralha as palavras
Junta sentimentos
Sem ti
Não existem doces momentos…
(Cris Anvago)
Ralha, lavra, grita, e leva
Sentimentos não se elevam
Sem ti…
Momentos…não voam…
Caminha nas pedras leves
Minha nuvem de algodão
Doce, mão, vem, no corpo...
Acaricia a pele
A carícia que nasce nos dedos
Desce pelo corpo
Elo que é alma cresce o desejo
Do beijo intenso
Doce, algodão, beijo de desejo
Baralha as palavras
Junta sentimentos
Sem ti
Não existem doces momentos…
(Cris Anvago)
A PALAVRA
A palavra é soberana
Teatral, fingida, real
A palavra pode ser verdadeira
Ou falsa
Ser vazia ou ter sentimento
A palavra pode ser alegre ou tormento
Pode ser grande ou minúscula
Pode gritar ou sussurrar...
A palavra até pode tocar
E ser tocada
Ser fiel e ser amada
Ser sonho
Imaginada
A palavra pode tudo!
Depende de quem a diz
De quem ouve e sente
A palavra para mim não é banal
É profunda, viva, tem sentimento!
(Cris Anvago)
Teatral, fingida, real
A palavra pode ser verdadeira
Ou falsa
Ser vazia ou ter sentimento
A palavra pode ser alegre ou tormento
Pode ser grande ou minúscula
Pode gritar ou sussurrar...
A palavra até pode tocar
E ser tocada
Ser fiel e ser amada
Ser sonho
Imaginada
A palavra pode tudo!
Depende de quem a diz
De quem ouve e sente
A palavra para mim não é banal
É profunda, viva, tem sentimento!
(Cris Anvago)
SAUDADE
O coração grita e não esquece
Os gestos, os medos, os abraços...
A luz da pele
O brilho nos lábios
O sorriso no olhar
O toque
A voz
A palavra...
O silêncio
o grito
O suspiro...
A ferida tatuada na pele...
Do tempo que escorre
Nos ponteiros do relógio já cansado de esperar...
Será isto a saudade?
(Cris Anvago)
Os gestos, os medos, os abraços...
A luz da pele
O brilho nos lábios
O sorriso no olhar
O toque
A voz
A palavra...
O silêncio
o grito
O suspiro...
A ferida tatuada na pele...
Do tempo que escorre
Nos ponteiros do relógio já cansado de esperar...
Será isto a saudade?
(Cris Anvago)
É FÁCIL AMAR
É fácil
De dia sorrir, ao sentir o sol aquecer a pele
Quando a noite chega
Sentir o teu sorriso no meu
Eu só quero
Ser a luz que existe em ti
Quero ser o navio que te leva
Levantei-me e olhei-te...
Vesti-me com os teus gestos
Iluminei a madrugada com um beijo
Os meus dedos acenderam-se
Na tua pele quente e suave
Fui onda gigante
Estendi-me e rebolei na areia de ti…
(Cris Anvago)
De dia sorrir, ao sentir o sol aquecer a pele
Quando a noite chega
Sentir o teu sorriso no meu
Eu só quero
Ser a luz que existe em ti
Quero ser o navio que te leva
Levantei-me e olhei-te...
Vesti-me com os teus gestos
Iluminei a madrugada com um beijo
Os meus dedos acenderam-se
Na tua pele quente e suave
Fui onda gigante
Estendi-me e rebolei na areia de ti…
(Cris Anvago)
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