Cada pessoa é única, cada pessoa tem a sua história, sou boa ouvinte de histórias. O ser humano é interessante: tem talento! Não existem minorias Existem pessoas com pensamentos e maneiras de encarar a vida diferente. Pode ser saudável ser diferente.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Atravessei a porta do futuro
As estrelas brilhavam mais
A lua era mais imponente
Incendiava a noite
As pessoas, um mar de gente...
Não se conheciam
Cada um estava no seu pequeno mundo
Uma era de tecnologia
Da mais avançada, a mais vulnerável
Onde toda a gente não acreditava em ninguém
Cada um pensava que possuía o mundo
Vulneráveis estavam os corações
Pobres, sozinhos, abandonados
Sozinhos não eram nada
E nem se apercebiam
Voltei para o presente
Onde ainda existe um pouco de esperança
Onde as pessoas se preocupam com outras
Amam e sorriem
Sabem que não são o centro do mundo
Será mesmo assim?
Ou é fantasia minha?
(Cris Anvago)
As estrelas brilhavam mais
A lua era mais imponente
Incendiava a noite
As pessoas, um mar de gente...
Não se conheciam
Cada um estava no seu pequeno mundo
Uma era de tecnologia
Da mais avançada, a mais vulnerável
Onde toda a gente não acreditava em ninguém
Cada um pensava que possuía o mundo
Vulneráveis estavam os corações
Pobres, sozinhos, abandonados
Sozinhos não eram nada
E nem se apercebiam
Voltei para o presente
Onde ainda existe um pouco de esperança
Onde as pessoas se preocupam com outras
Amam e sorriem
Sabem que não são o centro do mundo
Será mesmo assim?
Ou é fantasia minha?
(Cris Anvago)
Na letra de uma melodia
Fui estátua no pensamento abafado
Nos acordes insanos do meu corpo
A leveza de uma voz, som de vontade
Sou pintura, flor, tecla branca ou escura...
Num piano que ecoa
Sou a corda do violino que na noite voa
Batuque nas coxas que se libertam na dança
Melodia que invade
Os sentidos adormecidos
Rodopio em mim, voltei aos tempos de criança
Nas letras de uma melodia
Posso ser tudo, sonhar, ser a própria fantasia!
(Cris Anvago)
Fui estátua no pensamento abafado
Nos acordes insanos do meu corpo
A leveza de uma voz, som de vontade
Sou pintura, flor, tecla branca ou escura...
Num piano que ecoa
Sou a corda do violino que na noite voa
Batuque nas coxas que se libertam na dança
Melodia que invade
Os sentidos adormecidos
Rodopio em mim, voltei aos tempos de criança
Nas letras de uma melodia
Posso ser tudo, sonhar, ser a própria fantasia!
(Cris Anvago)
SOLTEI-ME DE MIM
Na noite sonhada
De infinitos desejos
Morri por momentos nos teus braços...
Sugou-me o céu
As estrelas brilharam
Num infinito que era meu
Morri por momentos nos teus braços...
Sugou-me o céu
As estrelas brilharam
Num infinito que era meu
Fui cavalo alado no silêncio do cosmos
Águia de vista aguçada
Revi o meu passado
Vi o meu futuro
Vivi na luz os meus medos
Fui guerreira e venci
De espada na mão cortei o tempo
Desfiz os dias que não queria
Aquela noite sofrida e vazia
Morri nos teus braços
Por momentos sem tempo
Indecifrável e inexplicável
Fui personagem que desconhecia
Que viveu no passado
Irá viver no presente
Ou pura fantasia?
No teu corpo renasci
É novamente dia!
Fui e sou uma eterna alma viajante e fugidia
Um ser que voa e sobrevoa
Na imensidão do mistério
Serei louca ou uma sensata sem respostas?
Sei que o meu corpo se soltou de mim e viajou…
Por momentos fui ou serei
A personagem que existe em mim sem eu saber…
(Cris Anvago)
Águia de vista aguçada
Revi o meu passado
Vi o meu futuro
Vivi na luz os meus medos
Fui guerreira e venci
De espada na mão cortei o tempo
Desfiz os dias que não queria
Aquela noite sofrida e vazia
Morri nos teus braços
Por momentos sem tempo
Indecifrável e inexplicável
Fui personagem que desconhecia
Que viveu no passado
Irá viver no presente
Ou pura fantasia?
No teu corpo renasci
É novamente dia!
Fui e sou uma eterna alma viajante e fugidia
Um ser que voa e sobrevoa
Na imensidão do mistério
Serei louca ou uma sensata sem respostas?
Sei que o meu corpo se soltou de mim e viajou…
Por momentos fui ou serei
A personagem que existe em mim sem eu saber…
(Cris Anvago)
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Nas veias corre-me a vida
Melodiosa e colorida
Quando o meu corpo
No teu se embriaga
Sei que não estou só...
Nesta infinita estrada
Corre o teu sangue no meu
Arrepia o desejo
No beijo que não se fez esquecido
Corpo que deambula perdido
No teu corpo tentação
Corre a paixão desmedida
A noite que foi intensamente vivida
Seios abraçados nas tuas mãos
Pecado que não existe
Neste amor que persiste
Nos teus olhos a eterna imensidão
(Cris Anvago)
Melodiosa e colorida
Quando o meu corpo
No teu se embriaga
Sei que não estou só...
Nesta infinita estrada
Corre o teu sangue no meu
Arrepia o desejo
No beijo que não se fez esquecido
Corpo que deambula perdido
No teu corpo tentação
Corre a paixão desmedida
A noite que foi intensamente vivida
Seios abraçados nas tuas mãos
Pecado que não existe
Neste amor que persiste
Nos teus olhos a eterna imensidão
(Cris Anvago)
És o fruto que escorre
Por entre os meus dedos
Açúcar, energia em mim
És a vitamina que me alimenta
Sonho, vida, esperança...
Trança de afetos
Vida em constante mudança
És o tudo que só eu vejo
Dança, melodia, voz
Fantasia, tempestade e harmonia
Fica nos meus braços
Vamos viver a nossa fantasia
(Cris Anvago)
Por entre os meus dedos
Açúcar, energia em mim
És a vitamina que me alimenta
Sonho, vida, esperança...
Trança de afetos
Vida em constante mudança
És o tudo que só eu vejo
Dança, melodia, voz
Fantasia, tempestade e harmonia
Fica nos meus braços
Vamos viver a nossa fantasia
(Cris Anvago)
Beijo-te
Nos sonhos molhados
Na terra inundada pelos rios
O que é pequeno torna-se enorme
Um riacho transborda...
E faz-se notar
Ninguém o olhava
Ninguém o via
Ao transbordar
Inundou os olhos de quem não o percebia
Nada é pequeno
Nada é invisível
Nós é que não conseguimos enxergar
Olhamos para nós
Esquecemo-nos do que nos rodeia
Somos cegos e temos que acordar
Olhar e ver
Sentir
Nem tudo é imensidão em nós
Existe tanta maravilha ao nosso redor
Basta sentir…sentir…e ver na pele…
Arrepiar…
(Cris Anvago)
Nos sonhos molhados
Na terra inundada pelos rios
O que é pequeno torna-se enorme
Um riacho transborda...
E faz-se notar
Ninguém o olhava
Ninguém o via
Ao transbordar
Inundou os olhos de quem não o percebia
Nada é pequeno
Nada é invisível
Nós é que não conseguimos enxergar
Olhamos para nós
Esquecemo-nos do que nos rodeia
Somos cegos e temos que acordar
Olhar e ver
Sentir
Nem tudo é imensidão em nós
Existe tanta maravilha ao nosso redor
Basta sentir…sentir…e ver na pele…
Arrepiar…
(Cris Anvago)
No meu corpo salgado com o odor dos teus poros
Sou onda que se espreguiça na areia suave que me acolhe
Língua que se estende no som do teu sentir
Suavidade que percorre o teu corpo
Tempestade que te faz sorrir...
Sobes no espaço, navegas nas nuvens, mergulhas no mar
Do meu corpo salgado
De Ti!
(Cris Anvago)
Sou onda que se espreguiça na areia suave que me acolhe
Língua que se estende no som do teu sentir
Suavidade que percorre o teu corpo
Tempestade que te faz sorrir...
Sobes no espaço, navegas nas nuvens, mergulhas no mar
Do meu corpo salgado
De Ti!
(Cris Anvago)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Sempre há
Um sorriso que nos alimenta a alma
Um beijo que nos desperta
Um abraço que nos aperta e acalma
A Emoção tem asas...
Para voar na noite inquieta
Quero viver-te e amar-te
Silenciar o teu grito
Num prazer maior que o mar
Mostrar-te por um momento
O infinito que existe no gesto
Agarrar o segundo no teu corpo
Deixar o relógio parar
Sempre há
O amor em nós
Intenso e profundo
O nosso mundo!
(Cris Anvago)
Um sorriso que nos alimenta a alma
Um beijo que nos desperta
Um abraço que nos aperta e acalma
A Emoção tem asas...
Para voar na noite inquieta
Quero viver-te e amar-te
Silenciar o teu grito
Num prazer maior que o mar
Mostrar-te por um momento
O infinito que existe no gesto
Agarrar o segundo no teu corpo
Deixar o relógio parar
Sempre há
O amor em nós
Intenso e profundo
O nosso mundo!
(Cris Anvago)
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Grito na minha lucidez
Pela loucura da paixão
Leves beijos no teu corpo
Emoções em desalinho
Quero-te na minha loucura...
Vida, sol e lua
Pássaro que canta
Na esquina do olhar
Doce melodia na noite quente
Ensolarada melodia dos corpos
Enrosco-me nos teus dedos
Brilham as cores na face
Momentos eternos
No mar de lençóis de linho
(Cris Anvago)
Pela loucura da paixão
Leves beijos no teu corpo
Emoções em desalinho
Quero-te na minha loucura...
Vida, sol e lua
Pássaro que canta
Na esquina do olhar
Doce melodia na noite quente
Ensolarada melodia dos corpos
Enrosco-me nos teus dedos
Brilham as cores na face
Momentos eternos
No mar de lençóis de linho
(Cris Anvago)
A minha vida é música
No sol que me ilumina
Canto para festejar
A luz deste dia
E, na música que componho...
Nas palavras que não escolho
Porque sempre me acompanham
Sou melodia que transborda
No caminho que não me incomoda
Porque um sorriso sempre tenho
Na alegria de viver
A música é a minha arte
Palavras pintadas com emoção
Arte Popular na tela da minha imaginação
(Cris Anvago)
No sol que me ilumina
Canto para festejar
A luz deste dia
E, na música que componho...
Nas palavras que não escolho
Porque sempre me acompanham
Sou melodia que transborda
No caminho que não me incomoda
Porque um sorriso sempre tenho
Na alegria de viver
A música é a minha arte
Palavras pintadas com emoção
Arte Popular na tela da minha imaginação
(Cris Anvago)
UM FADO
O fado
Lamento que no momento se entoa
Lágrima que escorre
Desespero que se apregoa
Paixão não correspondida...
Homem só
Mulher perdida
Traição, medo
Vontade de fugir da vida
Fado
Que é sina, sinal, despedida
Corpo triste, lágrima que escorre
Nos olhos quase sem vida
Baços os sorrisos
Vida sem cor
É assim o fado do desamor!
(Cris Anvago)
Lamento que no momento se entoa
Lágrima que escorre
Desespero que se apregoa
Paixão não correspondida...
Homem só
Mulher perdida
Traição, medo
Vontade de fugir da vida
Fado
Que é sina, sinal, despedida
Corpo triste, lágrima que escorre
Nos olhos quase sem vida
Baços os sorrisos
Vida sem cor
É assim o fado do desamor!
(Cris Anvago)
NUVENS VIRTUAIS?
Estamos numa nova era, num mundo novo, num mundo informático.
Temos a “nuvens” onde tudo é guardado.
Não falo de condensações de água. ...
No mundo moderno as nuvens estão cheias de fotografias, documentos, palavras.
Espero que não chova!
Sou uma ignorante nesta matéria de tecnologias avançadas (para mim) mas, tenho uma grande imaginação, olho para as nuvens e imagino um dia de chuva de fotografias, de palavras soltas, desabafos, pontuações a cair a pique e sem controlo…
Estamos na era da tecnologia, onde as palavras se encontram nas nuvens.
As emoções habitam num céu virtual, numa nuvem colorida, outra mais cinzenta, conforme as emoções que comportem.
E os nossos nomes nas nuvens, chovem nomes, informações, insultos, sorrisos e lágrimas.
Temos nuvens virtuais onde habitam as palavras que escrevemos nos momentos alegres e tristes.
Se chover, espero que sejam sorrisos, beijos e abraços que nos confortem neste nosso mundo real!
(Cris Anvago)
Temos a “nuvens” onde tudo é guardado.
Não falo de condensações de água. ...
No mundo moderno as nuvens estão cheias de fotografias, documentos, palavras.
Espero que não chova!
Sou uma ignorante nesta matéria de tecnologias avançadas (para mim) mas, tenho uma grande imaginação, olho para as nuvens e imagino um dia de chuva de fotografias, de palavras soltas, desabafos, pontuações a cair a pique e sem controlo…
Estamos na era da tecnologia, onde as palavras se encontram nas nuvens.
As emoções habitam num céu virtual, numa nuvem colorida, outra mais cinzenta, conforme as emoções que comportem.
E os nossos nomes nas nuvens, chovem nomes, informações, insultos, sorrisos e lágrimas.
Temos nuvens virtuais onde habitam as palavras que escrevemos nos momentos alegres e tristes.
Se chover, espero que sejam sorrisos, beijos e abraços que nos confortem neste nosso mundo real!
(Cris Anvago)
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