segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

    Na letra de uma melodia
    Fui estátua no pensamento abafado
    Nos acordes insanos do meu corpo
    A leveza de uma voz, som de vontade
    Sou pintura, flor, tecla branca ou escura...
    Num piano que ecoa
    Sou a corda do violino que na noite voa
    Batuque nas coxas que se libertam na dança
    Melodia que invade
    Os sentidos adormecidos
    Rodopio em mim, voltei aos tempos de criança
    Nas letras de uma melodia
    Posso ser tudo, sonhar, ser a própria fantasia!
    (Cris Anvago)