quinta-feira, 19 de maio de 2016

Bailam as melodias nos caminhos sem destino
Espraiam-se as ondas na praia
Esperam por corpos quentes
Desce o sol para agitar sentimentos
Perdidas no céu
As nuvens navegam como caravelas
Perdemos tempos infinitos a observá-las
As nuvens sempre me encantaram
As brancas que parecem algodão doce
Amaciam a minha imaginação
Bailam as melodias
Na paisagem que se observa
Bela e em constante transformação

(Cris Anvago)