terça-feira, 3 de janeiro de 2017


Sou o sangue que corre aprisionado nas veias e nas artérias da vida

Sou o sangue que ferve e pulsa ao sentir-te

Embriaguez em mim

Tanta água no meu corpo

Mas não me consegue refrescar

Sou o sangue que bate forte

No coração desgovernado

Descompassado

Perdido por tanto te amar!

Cris Anvago