segunda-feira, 14 de julho de 2014

Invento no teu olhar
Os poemas sensuais que vou tatuar no teu corpo
E nos teus lábios
Cascatas de água límpida e fresca
Passeiam os meus dedos nos teus ombros
Arrepias e colas o teu corpo ao meu
Não invento o amor
A paixão que nos une é real!
(Cris Anvago)