domingo, 9 de novembro de 2014

    Deixa-me contar-te uma história
    Onde és o personagem principal
    Onde só existe o bem
    Porque o mal terminou
    Naquela noite transformada em melodia...
    Na primavera onde a tua pele sentia
    O despertar da rosa que se enfeitou
    Sou aquela que te ama e sempre te amou
    Serei eterna para ti
    Se existe princípio não tem que existir fim
    Sabes amor
    Se um dia murchar a flor
    Serei riacho onde nascerão
    Nenúfares de várias cores
    São assim os amores
    Belos e suaves
    Que transbordam nas margens do querer
    Do sentir e do tanto querer ser
    Sabes amor
    Serei, sou, és e serás
    Nesta vida onde o tempo
    Escorre nos ponteiros do relógio
    Sou a louca que sonha
    Que te abraça e acarinha
    Que está sempre presente
    Mesmo que o corpo esteja ausente
    Sou a veia que corre acelerada
    No teu corpo
    Sou tudo
    Porque o nada não existe para nós!
    (Cris Anvago)