sábado, 8 de novembro de 2014

    Vivo no improvável
    No infinito do possível
    Amo sem tempo
    Caminho sem demora
    E, se o meu corpo chora...
    Seco as minhas lágrimas no teu
    Enrolo-me na onda fresca
    Da ilha imaginária
    Onde aprendi a voar contigo
    Dedos entrelaçados
    Corações que se completam
    O teu e o meu!
    (Cris Anvago)