sábado, 10 de maio de 2014

Os meus dedos no teu corpo
Percorrem as palavras
Beijam os silêncios
Tu és a própria poesia
Louca, pura e bela
Em sílabas, expressões
Pontuações e exclamações que vou decifrando
Porque ainda hoje estou a descobrir-te
Bebo cada palavra
Interrogo cada silêncio...
Leio-te a toda a hora
Em todos os minutos de ti
Tu estás em mim
(Cris Anvago)