quarta-feira, 24 de setembro de 2014

    Podem pensar que sou louca
    As palavras que escrevo
    Falam de beijos e da boca
    Mas mais do que corpo
    Sou amor que nasce...
    No interior de um coração louco
    Tristezas, quero esquecer
    E lembrar sempre os sorrisos
    Como cores a florescer
    Numa tela ainda em branco
    Um pintor calado vai murmurando
    Com o pincel cheio de cor
    Vê a natureza com o seu sentir
    Tu vês uma árvore velha
    Ele vê a vida a florir
    A vida é sempre complicada
    Cada um a sente á sua maneira
    Mas se pensar que o amor não vale nada
    Vai viver sempre a pensar que nada valeu a pena
    (Cris Anvago)